domingo, 11 de setembro de 2011

CHOQUE ENTRE AVES E AVIÕES DOBRA NOS CÉUS DO BRASIL

Aviões e pássaros estão se encontrando muito mais nos céus do país. Nos últimos cinco anos, o número de choques dobrou. Foram quase mil em 2010 -2,7 por dia. A frota comercial do país cresceu 13% no mesmo período. 

O caso do Galeão, no Rio, é emblemático. Ele pode ser extrapolado para todos os grandes aeroportos do país. E mostra o motivo deste crescimento de colisões. 

O entorno da pista está repleto de focos de poluição, como o lixão de Gramacho e as águas sujas da baía de Guanabara. São cenários propícios para o banquete de garças e de urubus. 

De acordo com um comandante da TAM, que prefere o anonimato, os pilotos de outros países, por causa das aves, costumam classificar o Galeão como um dos piores aeroportos do mundo para decolar ou pousar.
"Mas os problemas dos lixões, da falta de saneamento básico e da ocupação irregular existem em vários outros [aeroportos]", diz. Relatórios internos da TAM, a maior companhia aérea do país, mostram que em 2011 houve um choque por dia entre seus aviões e pássaros no espaço aéreo nacional. 

De acordo com o relatório mais recente do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes), com dados de 2010, o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), é o campeão de colisões. 

Foram reportados 56 acidentes no local. O risco é maior, mostram os dados, durante a decolagem. E, na maioria das vezes, os pássaros entram no motor do avião. 

Viracopos, Brasília, Porto Alegre e outros aeroportos têm mais um problema. Além da poluição, existem reservas naturais no entorno desses locais, o que aumenta a incidência de aves na região. 

Como os relatos dos choques não são obrigatórios no Brasil, o número de ocorrências pode ser até três vezes maior, estima o setor aéreo.

Apesar de no Brasil não ter sido registrado nenhum acidente grave até hoje, o risco é alto dizem pilotos. 

fonte/Folha

IDENTIFICADO PILOTO DE HELICÓPTERO R-44, PR-CEC, QUE CAIU NO ALTO DA BOA VISTA, RIO DE JANEIRO


Rio - Foi identificado como Eric Freitas, 25 anos, o piloto do helicóptero R-44, PR-CEC, que caiu no Alto da Boa Vista, na Zona Norte, na noite deste sábado, deixando dois mortos. A outra vítima foi identificada como Thor e seria um fotógrafo. Segundo Walter de Almeida, investigador do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), apesar de jovem, Eric era um piloto experidente, com mais de 6 mil horas de voo.

A aeronave - modelo Robinson 44 (prefixo PR-CEC) - enfrentou problemas com o nevoeiro e caiu num terreno de mata, na Estrada da Paz, na altura no número 1.031, por volta das 20h30. O helicóptero, que saiu do Santos Dumont com destino ao Aeroporto de Jacarepaguá, ficou pendurado em árvores, mas não chegou a explodir. Cerca de 20 bombeiros foram para o local e encontraram os destroços.


Morador da área, Rodolfo Pinheiro Guimarães, de 46 anos, disse que, na hora do acidente, havia muita neblina no local. Rodolfo informou ainda que ouviu um forte estrondo na hora do queda, o que o fez entrar numa trilha e caminhar 40 minutos até encontrar a aeronave na mata.


Familiares e amigos das vítimas correram para o local do acidente, tão logo tomaram conhecimento da tragédia. Emocionados, não quiseram dar declarações antes da identificação oficial dos mortos.

fonte/ODia

ESTA MULHER IRIA LANÇAR SEU AVIÃO CONTRA O VOO 93 NO 11 DE SETEMBRO




Mesmo após uma década, ainda existem coisas impressionantes que nunca soubemos a respeito do dia 11 de setembro de 2001. Como esta piloto de caça que estava pronta para abater o Voo 93 caso ele fosse em direção a Washington – usando nada além de seu próprio avião.

A Tte. Heather Penney era um dos dois primeiros pilotos de caça a decolar da base da Força Aérea de Andrews, nos arredores de Washington, no dia 11 de setembro. Segundo o que ela mesma contou hoje ao Washington Post, a base estava despreparada para a ideia de um ataque aéreo vindo de dentro do país; com três aviões já arremessados contra edifícios e mais um número deles ainda no ar, os pilotos não tinham tempo a perder. Seus caças F-16 estavam em missões de treinamento usando munição inerte, e armá-los de verdade levaria mais uma hora.

Penney conta que ela e o outro piloto não tiveram escolha a não ser decolar para aquilo que sabiam que poderia ser uma missão suicida:
“Não atiraríamos nele. Nós lançaríamos nossa aeronave sobre ele”, Penney se lembra de sua ordem naquele dia. “Eu seria essencialmente uma piloto kamikaze.”

Claro que ela não precisou, já que os próprios passageiros do Voo 93 deram conta do avião sozinhos. Mais tarde, Penney esteve em missões no Iraque antes de se aposentar da Força Aérea, que agora mantém dois caças armados na base Andrews 24 horas por dia.

fonte/foto/Jalopnick

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