BOLÍVIA QUER IMPORTAR AVIÕES DE COMBATE DO BRASIL OU DA CHINA
A Bolívia fixou a meta de adquirir seis aviões de combate importados de Brasil ou China, informou o ministro da Defesa Walker San Miguel, depois que os Estados Unidos não autorizaram que a República Tcheca fornecesse aeronaves ao país.
"Podem ser os (aviões) chineses ou podem ser os Super Tucano do Brasil. Um dos dois pode ser", afirmou o ministro, citado nesta segunda-feira pelo jornal La Razón, sem dar maiores detalhes sobre as negociações.

O governo de Evo Morales quer que a Bolívia tenha seus primeiros aviões de combate, e desde o ano passado tenta comprar da República Tcheca seis aeronaves de guerra L-159 ALCA, fabricadas com componentes americanos, por 58 milhões de dólares.
No entanto, o próprio presidente boliviano revelou em agosto passado que os Estados Unidos haviam proibido a República Tcheca de vender os aviões para a Bolívia, sem indicar as causas do veto.
A Bolívia também negocia a aquisição de 100 milhões de dólares em armas e equipamento militar da Rússia, que pode vender aos bolivianos um avião Antonov para o uso oficial de Evo Morales, que não possui uma aeronave própria para viajar para fora do país.
"Podem ser os (aviões) chineses ou podem ser os Super Tucano do Brasil. Um dos dois pode ser", afirmou o ministro, citado nesta segunda-feira pelo jornal La Razón, sem dar maiores detalhes sobre as negociações.

O governo de Evo Morales quer que a Bolívia tenha seus primeiros aviões de combate, e desde o ano passado tenta comprar da República Tcheca seis aeronaves de guerra L-159 ALCA, fabricadas com componentes americanos, por 58 milhões de dólares.
No entanto, o próprio presidente boliviano revelou em agosto passado que os Estados Unidos haviam proibido a República Tcheca de vender os aviões para a Bolívia, sem indicar as causas do veto.
A Bolívia também negocia a aquisição de 100 milhões de dólares em armas e equipamento militar da Rússia, que pode vender aos bolivianos um avião Antonov para o uso oficial de Evo Morales, que não possui uma aeronave própria para viajar para fora do país.

NOTA: Os Treinadores Chineses L-15 devem ser objeto de análises pelos bolivianos, é importante observar o seguinte: Conhecidência ou não um dos primeiros países interessados nos L-159 foi a Venezuela em 1998 (que financiava a compra pela Bolívia). A compra não se operacionalizou uma vez que os EUA não autorizaram a exportação em razão do motor e da aviônica.
Os Chineses chegaram a oferecer ao custo de 9 milhões de dólares os F-7M Airguard com aviônica básica e HUD do F-16, mas a oferta foi descartada. Interesante que proposta "similar" foi feita pela China em 1987 a Força Aérea Brasileira (veja AQUI)
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