quinta-feira, 15 de março de 2012

DEBATE SOBRE AVIAÇÃO COMERCIAL ENCERRA FÓRUM PANROTAS COM MUITA POLÊMICA


Constantino, presidente da Gol, fala sobre a evolução da empresa, que está comemorando dez anos no mercado

O Fórum Panrotas – Tendências do Turismo 2011 foi encerrado em grande estilo no final da tarde de ontem (terça, 29). A palestra esteve a cargo de David Neeleman, presidente da Azul Linhas Aéreas.

Nos debates, os pesidentes da Tam, Líbano Barroso, e da Gol, Constantino de Oliveira Jr. O moderador foi o jornalista William Wack, que apimentou as discussões com comentários sobre a estrutura aeroportuária brasileira.

Segundo ele, será “o triste espetáculo da Copa do Mundo”. O jornalista disse que o quadro não vai melhorar nos próximos três anos e o Brasil vai expor suas deficiências no item aviação. Vai ser mico, segundo Wack.

Líbano Barroso se mostrou bastante educado ao rebater acusações de que o projeto da Tam está defasado, de que a empresa involui, de que a Gol já a ultrapassou no mês passado e de que a Azul, em dois anos, poderá ser maior do que a Tam. Ele disse que vai transformar todas as ameaças em “oportunidades”.

Já Constantino Jr, da Gol, insiste em dizer que sua empresa é low fair (baixo custo), o que não se configura na realidade. Mas o momento da Gol é muito bom e a companhia está comemorando 10 anos com alta rentabilidade. As vendas por internet já representam mais de 90%, segundo ele.

O norte-americano nascido no Brasil, David Neeleman, um dos executivos mais respeitados da atualidade, fundador da Jet Blue e da Azul Linhas Aéreas, destacou no Fórum Panrotas os três pontos cruciais que as empresas devem ter para fidelizar seus clientes: colaboradores que vistam a camisa, serviço impecável e resolução de problemas com eficiência.

Enfim, o debate suscitou muitas vertentes para a aviação comercial. Abordar todos os itens importantes neste post não seria inerente a um blog, que se caracteriza por posts mais curtos.

Vale lembrar, para concluir, que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante foi bastante citado no painel. Os presidentes das três maiores companhias aéreas nacionais acreditam que o equipamento sai antes da Copa, em sistema de parceria público-privada (PPP), e que será, sim, um grande hub internacional não só para o Brasil, mas para a América do Sul.

fonte/TribunaDoNorte/eTurismo

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