domingo, 19 de maio de 2013

BOMBEIROS DESLOCAM 5 VIATURAS PARA ATENDER QUEDA DE AVIÃO DE BRINQUEDO

Chamados para uma queda de avião, bombeiros constataram que aeronave era um aeromodelo

Cinco viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para atender um chamado de queda de avião na serra próxima à saída da rodovia dos Bandeirantes, no sentido Anhanguera, em São Paulo, na tarde deste domingo. Chegando ao local, porém, uma das equipes constatou que a aeronave que havia caído era na verdade um aeromodelo. 






Segundo o Corpo de Bombeiros, uma ocorrência notificando a queda de um avião, com princípio de incêndio, foi registrada às 13h08. Cinco viaturas foram deslocadas para atender o caso.

Uma unidade que chegou ao local, porém, constatou que não havia queda de um avião e sim de um aeromodelo. A ocorrência foi então cancelada.  O Corpo de Bombeiros não informou quantas viaturas chegaram ao local.

fonte/Terra

VÍDEO DE ACIDENTE COM PITTS S-2B DURANTE SHOW AÉREO NA TURQUIA


VÍDEO HD - FALCON 7X (LSZH-ESSB) Zurich-Stockholm- HD


MINHA HISTÓRIA: EX-MECÂNICO DA VARIG CRIA FABRICANTE DE AVIÕES EXPERIMENTAIS



Apaixonado por aviação, o gaúcho Jocelito Wildner, 48, já serviu à Força Aérea Brasileira, foi mecânico da Varig, piloto de ultraleve e construiu planadores. 

Há cinco anos, com a ajuda financeira de amigos, deu início à Wega, fabricante de aviões experimentais (voltados ao lazer). Com oito modelos produzidos, a fábrica participou de uma feira internacional em abril e atrai o interesse de investidores.

Minha paixão por aviação vem desde criança. Cresci em uma fazenda em Ijuí (RS), neto de colonos alemães e italianos. Meu pai era projetista de máquinas agrícolas para indústrias da região.

Tivemos uma infância humilde. Sem dinheiro para comprar brinquedos caros, eu e meu irmão, Ênio, fabricávamos nossas próprias bicicletas, de madeira. Acho que parte desse interesse vem do sangue --dizem que os alemães são mecânicos natos.

Também construímos uma espécie de asa-delta de madeira para pular de cima de galpões. Na primeira tentativa, nos esborrachamos no chão. Tomamos a maior bronca de meu pai e desistimos.

Aos 18 anos, fui para Santa Maria (RS) prestar o serviço militar na Força Aérea Brasileira. Quando terminei, me mudei para Porto Alegre para fazer um curso de robótica. Já sabia que queria trabalhar com aviões.

Acabei passando em um concurso para entrar para a escola de mecânica da Varig em Porto Alegre, em 1986. Na época, a empresa era conhecida pela qualidade de seu serviço de manutenção.

Fiquei dois anos trabalhando como mecânico lá, até que amigos me chamaram para ajudar em uma indústria de equipamentos médicos que estavam montando.

Sabiam que gostava de projetar e me pediram para desenhar algumas máquinas de hemodiálise. Mas vivíamos o período da hiperinflação e o negócio não foi para a frente.

MUDANÇA
Foi quando resolvi ir morar em uma ilha. Me mudei para Florianópolis em 1993 e comecei a voar de ultraleve, após concluir um curso de piloto. Durante sete anos, vivi disso, levando turistas para voos panorâmicos sobre as praias da cidade.

Em um desses passeios, em 2000, conheci um francês louco por aviação como eu.
Ele queria construir um planador. Tinha um projeto e o dinheiro, mas precisava de alguém para construir. Topei a empreitada. Arrumamos um galpão, desenhei as formas das peças, treinei gente para trabalhar comigo.

Em cinco anos, conseguimos produzir 12 unidades e vender para o exterior.
Mas era muito difícil. Gastávamos US$ 70 mil para fazer e era uma briga para conseguir vender a US$ 30 mil.

Em 2005, fui à França fazer um serviço de manutenção de um desses planadores, que durou 45 dias.

Aluguei um motor-home em um camping e, à noite, comecei a desenhar meu avião. Decidi que era a hora de colocar esse sonho de pé.
De volta ao Brasil, me debrucei sobre os livros de construção aeronáutica. Tive sempre uma frase na cabeça, do projetista Joseph Kovacs, criador do Tucano, da Embraer: "Juntando as melhores partes de cada avião você vai construir um bom avião".

Por isso, busquei os melhores fornecedores para cada peça do aeronave. As hélices vêm da Alemanha, onde se fabricam as melhores hélices. Os motores, dos Estados Unidos, e assim por diante.

Contei com a ajuda de amigos e do meu irmão. Eles compraram os três primeiros aviões e pagaram antecipadamente, para que eu usasse o dinheiro na produção. Investimos R$ 1,5 milhão.

MÃO NA MASSA
Desde o início da empresa, em 2006, trabalhei todos os dias nesse projeto. Entrava às 8h e saía às 23h, 24h.

Hoje já reduzi o ritmo de trabalho, saio às 22h. Aos sábados, para descansar, vou para o aeroclube pilotar.

Coloco mesmo a mão na massa. A estrutura do avião sou eu que faço, a partir de insumos importados. Opero a máquina de solda e construo a parte elétrica. Apesar de a mão de obra ser treinada, estou de olho em tudo.

Levou um ano para o primeiro avião ficar pronto, em 2010. Hoje, já entregamos três e temos cinco em produção.

Há investidores interessados na empresa, batizada de Wega. Quero fabricar aeronaves SLA [leve esportiva], que podem ser usadas para algumas atividades comerciais.

Nos últimos anos, a Fiesc [federação das indústrias de Santa Catarina] se interessou pelo projeto. Com a ajuda deles, conseguimos voar com nossos aviões para uma feira do setor, na Flórida, em abril.

Foram mais de 50 mil quilômetros, entre ida e volta, com oito paradas por trecho. A aeronave voa a 350 km/h, uma velocidade acima da média para a categoria.

Foi um voo tranquilo. Vimos paisagens lindas, como o mar do Caribe e a floresta Amazônica. Senti que realizava um sonho.

Os negócios na feira também foram ótimos. Saímos de lá com duas encomendas engatilhadas. Agora, quero continuar melhorando o nosso produto para competir com os melhores do mundo.

fonte/FolhaSP/ foto/Divulgação

AERONAVE SAI DA PISTA AO POUSAR NO AEROPORTO DE CAMPO DO MARTE EM SÃO PAULO

Um Jato executivo Cesnna Citation C-500 matrícula PT-LPZ sai da pista ao pousar na tarde de sábado (18) no aeroporto de Campo de Marte em São Paulo. Aeronave sofreu danos leves e não houve feridos a bordo.

fonte/OUL/Band



sábado, 18 de maio de 2013

AVIÃO DA TAM COM DESTINO A GUARULHOS FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA EM LISBOA


Um Airbus A330-223 da TAM Airlines, matrícula PT-MVT,  realizando o voo JJ8063, de Milão- Malpensa (MXP) para São Paulo-Guarulhos (GRU), realizou um pouso não programado no aeroporto de Lisboa (LIS) para atendimento médico de passageiro.  A aeronave realizou espera para queimar combustíve e o pouso foi realizado com segurança.


fonte/Flightradar24HInline/ForumContatoRadar

CENIPA MUDA NORMAS E VAI INVESTIGAR CASOS DE "QUASE COLISÕES" ENTRE AVIÕES


 O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) mudou as regras para apuração de acidentes aéreos no país. A partir de agora, somente acidentes que resultem em mortes, que envolvam aeronaves de grande porte ou com aviões não tripulados (drones, conhecidos no Brasil como "vants"), é que terão uma investigação aprofundada com a produção de um relatório final.

Outra medida é que passará a ser de responsabilidade do Cenipa investigar casos de "quase colisão" entre helicópteros e/ou aviões, que serão considerados como “incidentes graves”.  É considerada uma quase colisão quando a distância mínima entre uma aeronave e outra é inferior a 500 pés (152,4 metros). A situação é chamada de “bolha de risco crítico”.

Neste caso, o TCAS (equipamento do avião que alerta sobre aproximação de outro)  aciona um alarme. O risco crítico também pode ser informado pelo piloto quando uma das aeronaves não tem o aparelho.

O alerta de risco de colisão (RA) é emitido pelo TCAS, quando as aeronaves se aproximam demais e o choque pode ocorrer em até 30 segundos (veja arte). Antes, outro alarme, o TA (alerta de tráfego), avisa os pilotos de que uma colisão pode ocorrer em até 45 segundos.

A mudança nos procedimentos de investigação do Cenipa, chamada de Norma do Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA 3-13), foi publicada por portaria da FAB no Diário Oficial da União de 6 de maio, mas será retroativa a 1º de janeiro de 2013.

Desde o choque no ar de um Boeing da Gol com um Legacy na Serra do Cachimbo (MT), em setembro de 2006, deixando 154 mortos, ocasiões em que aviões com risco são apuradas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), por se caracterizam como incidente de tráfego aéreo.

Segundo o brigadeiro Carlos Lourenço, chefe do Cenipa, agora, assim que o piloto comunicar à torre de controle um “resolution advisory (RA)”, como é chamado o procedimento de quase colisão, o Decea avisará o Cenipa, e os dois órgãos vão avaliar se se caracteriza como incidente grave com risco crítico. Antes, dizia ele, o Cenipa era informado e a apuração ficava com o Decea.

Agora, o Cenipa, e não mais o Decea, fará uma investigação sobre o caso, resultando em um relatório final de caráter público. O  controle aéreo fornecerá as informações para que a apuração possa ser feita.

Para a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a mudança é vista como “positiva”. Quando há risco de quase colisão, a companhia precisa tirar pilotos e comissários do trabalho.

Isso porque uma norma da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspende os certificados de saúde. Para a Abear, agora, isso será feito em casos excepcionais.

“Com este novo procedimento, o número de tripulantes de aeronaves que vai ser encaminhado para exame médico vai diminuir drasticamente. Hoje, a maioria dos reportes de quase colisão não representa nenhum risco porque são feitas com base de projeções de trajetórias. É uma boa norma para todos”, diz o comandante Ronaldo Jenkins, diretor de operações e segurança de voo da Abear.

A FAB não adota oficialmente o termo "quase colisão" , mas, sim, "risco crítico de colisão".

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a suspensão dos certificados médicos ocorre após comunicação oficial de risco pelo Cenipa. Em 2012, 287 pilotos e comissários tiveram que refazer os exames de saúde por estarem envolvidos em acidentes ou incidentes graves. Em 2011, haviam sido 190.

Só casos graves terão relatório
Outra mudança importante é que, a partir de agora, o Cenipa só fará relatórios de investigação completos quando 1) tragédias resultarem em mortes ou ferimentos graves; 2) acidentes graves envolverem aeronaves que pesem mais de 2.250 quilos ao decolar e 3) incidentes considerados graves envolvam aeronaves que pesam mais de 5.700 quilos.
Até então, todos os casos de acidentes da aviação civil brasileira, que resultavam ou não em mortos e feridos, eram investigados profundamente pela Aeronáutica e era necessário a produção de um relatório final detalhado.

Em 2012, houve 184 acidentes (178 com aeronaves de bandeira nacional) e 73 incidentes aéreos graves, que deveriam resultar em um relatório do Cenipa. Destes, apenas um foi concluído até então e publicado no site do órgão.
Para o brigadeiro Luis Roberto do Carmo Lourenço, as mudanças irão acelerar o processo de trabalho e fazer com que recomendações de segurança sejam feitas de forma mais rápida. A estimativa é que, em relação aos 249 casos de 2012, haja uma redução de 56% no número de relatórios.

A demanda reprimida de relatórios em produção atualmente, segundo o oficial, “não chega a mil”. O Cenipa possui cerca de 200 servidores, contando a sede, em Brasília, e os sete serviços regionais de investigação e prevenção.
“No Brasil, tínhamos a cultura de investigar profundamente toda e qualquer ocorrência. Agora, separamos os protocolos sobre acidentes da aviação civil dos da militar e estabelecemos novas orientações em função da demanda de trabalho. O que faremos agora é dar prioridade e produzir relatórios para os que a ICAO (Organização Internacional da Aviação Civil) recomenda. Os demais, vão gerar sumários mais sintéticos”, disse o chefe do Cenipa ao G1.

“Temos expectativa de produzir as investigações com maior velocidade”, afirma o brigadeiro.

 Nos casos de incidentes e acidentes com helicópteros e aviões de menor porte e que não forem considerados graves, o Cenipa produzirá uma análise sucinta, chamada de “suma de investigação”, de até três folhas.

Isso porque alguns casos são considerados com “elevado índice de repetitividade”, ao exemplo de  colisões com pássaros ou balões, estouro de pneus, incidência de raio laser, dentre outros e “não trazem novos ensinamentos para a prevenção”, diz o documento. 

“Nenhum acidente deixará de ser investigado. Mas, agora, nem todos terão um relatório. Alguns acidentes são repetitivos e nós já conhecemos o porquê deles ocorrerem. A mesma regra que passamos a adotar agora é usada pelos órgãos de investigação dos EUA, França, Austrália. É uma evolução do sistema”, diz o brigadeiro Lourenço.

Acidentes com drone
Outra novidade é que o Cenipa passará a investigar acidentes ou incidentes que envolvam drones civis, os veículos aéreos não tripulados (vants, na sigla em português). Segundo o documento, a investigação somente será realizada quando “o vant possuir uma aprovação de projeto e/ou operacional ou se houver o envolvimento em Incidente de Tráfego Aéreo de Risco Crítico com aeronave civil tripulada”.

Isso significa casos em que houver risco de colisão devido à proximidade de drones com aviões ou helicópteros. A Anac será comunicada das ocorrências com drones, independentemente de haver ou não investigação.

fonte/G1

70 ANOS DO RAID CONHECIDO COMO DAMBUSTERS DA RAF DURANTE II GUERRA MUNDIAL


AERONAVE FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA NOS ESTADOS UNIDOS

Uma aeronave da Piedmont Airlines, De Havilland Dash 8-100, voando para US Airways, matrícula N934HA, realizando o voo US-4560 (dep 17 de maio), de Philadelphia, PA para Newark, NJ (EUA), com 31 pessoas e três tripulantes, estava para pousar em Newark quando a tripulação informou que tinha alerta para o trem de pouso esquerdo e solicitou uma passagem baixa para ter o equipamento inspecionado a partir do solo.  

O avião foi liberado para um rasante pela esquerda da pista 04L, e a torre pediu as luzes de pouso fossem desligadas para obter uma melhor visão da aeronave.  A Torre posteriormente informou que o trem de pouso  esquerdo só baixou metade do curso para fora da roda.  

A aeronave voltou a 3.000 pés e entrou em um espera ao redor do aeródromo por cerca de 90 minutos para realizar o check list e queimar combustível. A aeronave foi orientada para uma aproximação para a pista 04L e com os trens de pouso recolhidos. A aeronave desceu de barriga e com total segurança,  Todos ocupantes foram evacuados através da porta principal e levados de ônibus para o terminal. Não houve feridos.

O aeroporto foi fechado temporariamente após o desembarque.




 


A US Airways em NOTA informou que a aeronave pousou com o trem de pouso recolhido depois de uma indicação de alerta e após diversas tentativas para solucionar o problema foi realizado o pouso de mergência.

fonte/AVHerald

AVIÃO QUE IA DE SÃO PAULO PARA MIAMI FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA EM ARUBA

Um Boeing 777-200 da American Airlines, matícula N772AN, realizando o voo AA-234,  de São Paulo para Miami (EUA) fez um pouso de emergência na sexta-feira em Aruba, no Caribe, segundo informações da Globo News. 

O voo 234 saiu de São Paulo e teve de aterrissar no local depois que um problema técnico foi descoberto.

Equipes de manutenção checaram o avião e conseguiram fazer o reparo. A American Airlines não informou detalhes sobre o problema no Boeing 777-200. O voo chegou a Miami no fim da noite, com cerca de 4 horas de atraso.

Segundo informações a tripulação recebeu alerta de fumaça na cabine

fonte/Terra/AvHerald

sexta-feira, 17 de maio de 2013

SUSTO EM AVIÃO DA TAM QUE IA PARA BRASÍLIA


Um avião da TAM que faria o voo JJ3072, entre Porto Alegre e Brasília, teve um problema na turbina logo depois da decolagem e precisou retornar ao Aeroporto Salgado Filho. Entre os passageiros, estava a ex-governadora Yeda Crusius e outros tucanos que viajavam para a convenção nacional do PSDB. 



O professor Wambert Di Lorenzo, que concorreu a prefeito de Porto Alegre em 2012, ouviu um estouro e um clarão na turbina esquerda e avisou os comissários. Wambert estava sentado na poltrona 25 C, no corredor.
— Eu, o rapaz e a moça que estavam na mesma fileira pensamos no pior, mas mantivemos a calma e começamos a rezar. Rezei o Ato de Contrição — contou Wambert, católico praticante.

Quando o avião pousou, depois de minutos que para ele pareceram uma eternidade, Wambert escreveu em seu Twitter: "

Voo 3072 da TAM voltou para o Aeroporto depois de estouro e clarão na turbina. Eu e mais 2 passageiros vimos e avisamos à tripulação".

Yeda, de quem Wambert antes aliado agora que manter distância, estava sentada na parte da frente do avião.

Segundo o comandante, o problema foi provocado por um pássaro que se chocou contra a turbina.

fonte/foto/ZeroHora

USAF ADQUIRE MAIS TREINADORES BEECHCRAFT T-6 TEXAN II

English: 47th Operations Group T-6 Texan II, L...
English: 47th Operations Group T-6 Texan II, Laughlin AFB, Texas (Photo credit: Wikipedia)

A estadunidense Beechcraft Defense Company anunciou nesta segunda-feira (13) que assinou um contrato com a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) para fornecimento de 35 treinadores turboélices T-6 Texan II, incluindo a opção para mais dois exemplares. Esse contrato representa o 19º lote de produção do T-6 encomendadospela USAF e Marinha dos Estados Unidos (US Navy) no âmbito do Joint Primary Aircraft Training  System (JPATS) lançado no final  dos anos de 1990.

O novo contrato, avaliado em US$ 210 milhões, prevê a entrega de 33 exemplares para a US Navy e dois para o Exército dos Estados Unidos (US Army). A produção do 19º lote será iniciada no mês de junho em Wichita, Kansas. As entregasfinais estãoprevistas para fevereiro de 2015.

RussBartlett, president da Beechcraft Defense Company, disse que a assinatura desse contratode produção confirma o êxito da parceria de confiança entre a Beechcraft e o governo dos Estados Unidos, a qual persiste ao longo dos últimos treze anos tanto no processo de entrega das aeronaves quanto nos serviços de apoio à frota. Bartlett assinalou que a nova encomenda garantira a estabilidade da força de trabalho que a empresa mantém em Wichita. É oportuno lembrar que a Beechcraft saiu derrotada da polêmica competição Light Air Support (LAS) da USAF, a qual contemplou por duas vezes o Super Tucano da Embraer Defesa e Segurança (EDS). A nova encomenda de T-6 Texan II deve compensar a Beechcraft, pelo menos em parte, com relação aos efeitos da perda do LAS.

fonte/Tecnologia&Defesa
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Uma auditoria realizada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), na aeronave da empresa Azul linhas aéreas, impediu a decolagem do voo que seguiria para Cuiabá na tarde de ontem (15) em Alta Floresta.

A informação recebida foi de que o voo estava com 78 passageiros, já embarcados, quando um fiscal da ANAC solicitou que todos se retirassem para a inspeção da aeronave.

Todos passageiros tiveram que retornar ao saguão do aeroporto e aguardar a inspeção, apenas por volta das 19 horas foram informados de que o voo não decolaria mais. Alguns passageiros saíram em viagem nesta manhã, outros ainda aguardam o voo da tarde.

A aeronave que decolaria se encontra com problemas de documentação junto a ANAC, e deverá decolar sem passageiros para a sede da empresa.

fonte/foto/NativaNews


NOVA AÉREA DO URUGUAI JÁ TEM NOME E LOGOMARCA

O nome e a logomarca da nova aérea (imagens El Pais)
O nome e a logomarca da nova aérea (imagens El Pais)
 
A Alas-U será o nome da nova aérea formada pelos ex-trabalhadores da extinta Pluna, informa o jornal uruguaio El Pais.

Segundo a publicação, a nova empresa vai utilizar “os aviões da empresa em vias de liquidação”. Essas jatos são da canadense Bombardier. 
 
fonte/PanRotas

AZUL ENCERRA OPERAÇÕES NO AEROPORTO DA ZONA DA MATA

 A Azul Linhas Aéreas Brasileiras anunciou nesta quinta-feira que solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mudanças nas operações em Juiz de Fora. A partir de 4 de junho, a cidade será exclusivamente atendida pelo aeroporto Francisco Álvares de Assis – Serrinha, que terá três voos diários para São Paulo - Viracopos, ganhando um voo a mais do que tem hoje. No entanto, os voos hoje operados de e para o aeroporto Presidente Itamar Franco (Zona da Mata) serão suspensos após essa data, inclusive os que tinham como destino Belo Horizonte e São Paulo. A mudança é questionada por consumidores que afirmam que a redução de destinos será extremamente prejudicial.

Em nota, a Azul informou que "a decisão da companhia foi motivada por um processo de otimização de sua malha aérea, que levou em consideração a proximidade dos dois aeroportos e a conveniência de oferecer mais horários numa única localidade". Como parte desse processo de mudança, a companhia deixará de operar voos diretos à Pampulha e Guarulhos em 15 de maio, mas passa a oferecer opções de conexão convenientes e frequentes em Campinas para um número inédito de destinos.A mudança é questionada por usuários que afirmam que a redução de destinos será extremamente prejudicial.

A Azul disse ainda que as operações, que até então eram operadas com diferentes tipos de aeronaves, serão realizadas com os novos turboélices ATR 72-600, com capacidade para 70 assentos. Ainda em nota, a companhia disse que "reafirma o seu compromisso com Juiz de Fora e ressalta que tais mudanças são reflexo de um trabalho focado em servir cada vez mais e melhor. Todos os clientes com reservas prévias serão reacomodados nos novos voos, ou reembolsados". 

foonte/EstadoDeMinas