domingo, 19 de fevereiro de 2017

COPA AIRLINES ADMITE PILOTOS PARA B737-800 E EMBRAER 190


A Copa Airlines, uma das companhias aéreas líderes da América Latina, abriu um processo de seleção de pilotos para posições de primeiro oficial piloto (co-piloto) para as suas frotas de Boeing 737-800 e Embraer 190. 

A companhia do Panamá tem 60 anos de existência e desde 2005 está cotada na Bolsa de Valores de Nova Iorque, sendo a terceira empresa aérea da América Latina a ser admitida na ‘New York Stock Exchange’.

Com base no Aeroporto Internacional de Tocumen, na Cidade do Panamá, denominado o ‘Hub das Americas’, a Copa Airlines é conhecida pela excelência do seu serviço, por uma frota nova e moderna e por excelentes desempenhos quanto a pontualidade (91%) e ocupação de lugares disponíveis em cada voo (99,5%).

Podem também candidatar-se aos lugares em aberto pilotos estrangeiros aos quais são exigidas 1.000 horas de voo como piloto comercial em aviões multi-motores e por instrumentos e conhecimentos de Inglês nível 4 ICAO.

Os interessados poderão aceder aos requisitos necessários e às condições oferecidas pela companhia através deste LINK, onde depois poderão proceder à sua inscrição.

fonte/foto/NewsAvia

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

MARINHA DO BRASIL DESATIVA ÚNICO PORTA-AVIÕES DA FROTA


A Marinha do Brasil decidiu desativar definitivamente o único porta-aviões da sua frota de combate, o NAe A-12 São Paulo, comprado na França, em 2000, pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso a preço de oportunidade, US$ 12 milhões. O navio está recolhido ao sistema de docas da força naval no Rio de Janeiro. O levantamento dos custos de modernização do navio superou a marca de R$ 1 bilhão e foi considerado excessivo pelo Almirantado. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o presidente Michel Temer já foram informados da decisão.

O processo de desmobilização começa imediatamente e só será concluído em 2020. O procedimento, em três etapas, exigiria 10 anos de trabalho e a imobilização da unidade. Os caças A-4 Skyhawk do Grupo Aéreo do São Paulo continuarão operando a partir da Base de São Pedro da Aldeia. O destino final do A-12 não está definido. O tamanho do investimento para recuperá-lo dificulta uma negociação no mercado de material de Defesa. O Minas Gerais, porta-aviões que antecedeu o São Paulo, acabou vendido como sucata no mercado internacional.

Excluído o plano de recuperação do porta-aviões, as prioridades de reequipamento da Marinha passam a ser os programas de construção de uma frota estratégica de submarinos, um dos quais de propulsão nuclear, e de novas corvetas médias da classe Tamandaré. Na próxima década, segundo apurou o Estado, será lançado o projeto de desenvolvimento no País de um porta-aviões de tecnologia nacional, equipado com aviões de ataque brasileiros. Grande parte dos recursos de bordo, incorporados ao longo do tempo durante operações de atualização de sistemas, será removida e reinstalada em outras embarcações. A atualização dos jatos de ataque Skyhawk, a cargo da Embraer, será mantida.

Gigante
 O NAe A-12 São Paulo, um gigante de 32,8 mil toneladas, 265 metros e 1.920 tripulantes, tem 56 anos de idade e sob a identidade francesa, Foch R-99, atuou em frentes de combate na África, Oriente Médio e na Europa, em apoio às tropas da coalizão nos conflitos dos Balcãs. Nau-capitânia da Marinha, chegou ao Brasil em 2001 e durante três anos atuou com certa normalidade. Em maio de 2004, um duto da rede de vapor do A-12 explodiu. Três tripulantes morreram e sete ficaram feridos.

Entre 2005 e 2010 o navio passou por um amplo programa de revitalização. Entretanto, deficiências nos motores, no eixo de propulsão e nas catapultas empregadas para lançar e recuperar as aeronaves foram se revelando muito graves. O Almirantado decidiu então por contratar uma perícia de engenharia que pudesse definir a conveniência de se realizar uma espécie de reconstrução. O resultado foi negativo.

fonte/Estadão

MATERIAL EXPLOSIVO FECHA PARTE DO TERMINAL DE CARGAS DO AEROPORTO DE GUARULHOS


  • Encomenda suspeita foi identificada no galpão dos Correios em Cumbica
    Encomenda suspeita foi identificada no galpão dos Correios em Cumbica
Um material explosivo causou o fechamento de parte do terminal de cargas do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, nesta quarta-feira (15). Segundo a GRU Airport, que administra o aeroporto, os terminais de passageiros não foram afetados.

De acordo com a assessoria de imprensa do aeroporto, foi identificado cheiro de pólvora em uma encomenda suspeita no galpão dos Correios. A informação foi confirmada pela empresa.

"Os Correios informam que o caso está sob investigação dos órgãos de segurança pública competentes ao caso", disse a empresa, em nota, citando o GATE (Grupamento de Atuações Táticas Especiais), da Polícia Militar paulista, e a PF (Polícia Federal).

"Assim que houve a ocorrência envolvendo uma encomenda suspeita, às 2h30, o local foi isolado. Não houve dano à integridade física dos empregados, e a carga aérea foi escoada normalmente. Eventuais prejuízos estão sendo apurados".

Segundo a PF, os policiais do GATE visualizaram, com um aparelho de raio-x, "objetos suspeitos dentro da caixa, aparentemente eletrônicos, e uma massa sólida e outra líquida". Com base na descrição do GATE, o artefato apresentava um "cheiro forte de pólvora".
De acordo com o relato da Polícia Federal, a caixa foi explodida por voltas das 11h30. Após isso, "foi visualizado um líquido que exigiu a presença de outra equipe". Procurada pela UOL, a PM disse que a ocorrência ainda estava andamento às 14h15. 

O galpão dos Correios permanece fechado e a liberação depende das autoridades competentes, segundo a assessoria da empresa. No galpão, trabalham 220 pessoas: 160 no turno da noite e 60, no da manhã. Não houve expediente nesta quarta.

fonte/foto/BandNews/UOL

COMPANHIA ESCANDINAVA SERÁ A PRIMEIRA A RECEBER O E190-E2 DA EMBRAER

Embraer E190-E2 Foto: Divulgação / Embraer

A Embraer anunciou ontem que a Widerøe, maior companhia aérea regional da Escandinávia, será a primeira companhia aérea do mundo a receber o novo avião E190-E2. Trata-se do primeiro integrante da segunda geração da família de E-Jets de aviões comerciais, os E-Jets E2, em desenvolvimento.

Como operadora de lançamento do modelo, a Widerøe receberá o primeiro avião no primeiro semestre de 2018, e vai configurar o E2 em classe única, com 114 assentos.

Contrato. A Widerøe tem um contrato com a Embraer para até 15 jatos da família E2, que consiste em três pedidos firmes para o E190-E2 e direitos de compra para outras 12 aeronaves da família E2.
O pedido tem um valor potencial de até US$ 873 milhões, a preço de lista, com todos os direitos de compra sendo exercidos. A carteira de pedidos dos E-Jets E2 alcança 275 pedidos firmes mais 415 cartas de intenção, opções e direitos de compra, totalizando 690. “O mercado estava ansioso para conhecer a identidade do operador de lançamento do E190-E2, e ficamos satisfeitos em terminar com o suspense nesta data. A Widerøe é a combinação perfeita”, disse, em nota, John Slattery, presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial.
“A companhia aérea tem um lugar especial em nossos corações. A Widerøe é uma pioneira comprovada em seu campo de atuação, tendo alcançado grande sucesso e se mantido ambiciosa, semelhante em muitos aspectos ao caminho trilhado pela Embraer”, completou. Segundo Slattery, o programa E2 segue cumprindo todas as especificações técnicas, dentro do prazo e do orçamento. 

fonte/foto/OVale

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

AVIÃO DA TAP COM "EXTENSÃO DE VIDA ÚTIL" TEVE DE REGRESSAR A LISBOA

O avião da TAP com destino a São Paulo, no Brasil, que esta terça-feira teve que regressar ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, é um dos de quatro aviões A340-300 que em julho receberam autorização para prolongar a vida útil.

Questionada pela Lusa, fonte oficial da TAP confirmou que o avião que partiu às 10.34 horas com destino a Guarulhos, aeroporto da cidade de São Paulo, regressou ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, devido a uma anomalia num dos motores.

O voo TP89 estava a ser operado por um dos quatro aviões A340-300 da companhia aérea portuguesa TAP, que em julho de 2016, foram objeto de uma autorização pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), para extensão da vida útil, um aval que está ser investigado pelo regulador europeu do setor da aviação.

Em 12 de julho, a TAP solicitou à ANAC a isenção da obrigatoriedade de modificações de componentes, com vista à continuação da operação dos aviões até aos 31.000 ciclos de voo e 156.000 horas de voo, que atingiriam "a breve trecho" as 100.000 horas de voo, valor que corresponde ao limite da vida útil, o que foi autorizado a 13 de julho.

Fonte oficial da TAP disse hoje à Lusa que a ocorrência não teve qualquer relação com essa extensão da vida útil, uma vez que "todos os requisitos de aeronavegabilidade estão garantidos", referindo que "aconteceu nesta aeronave como podia acontecer com qualquer outra".

Conforme a Lusa noticiou em 25 de janeiro, a Agência Europeia para a Segurança na Aviação (EASA) disse que não recebeu quaisquer documentos ou informação da ANAC sobre esta autorização", acrescentando que iria contactar o regulador nacional "de modo a proceder a uma investigação mais aprofundada sobre o assunto".

A EASA esclarece que os estados membros podem atribuir estas isenções "no caso de circunstâncias operacionais imprevistas e urgentes, ou necessidades operacionais de duração limitada", desde que o nível de segurança não seja afetado.

Ainda assim, "no caso de estas isenções se tornarem repetidas ou serem garantidas por períodos acima de dois meses, a ANAC deve notificar a EASA, a Comissão [Europeia] e os outros estados membros dessas mesmas isenções", explicou à Lusa o regulador europeu da aviação.

Contudo, segundo a ANAC, a legislação em vigor no que às isenções diz respeito não estabelece qualquer prazo de informação/envio das mesmas à EASA.

"A regulamentação que permite aos estados membros concederem isenções aos requisitos e às regras de execução emanadas quer do Parlamento Europeu e do Conselho quer da Comissão Europeia não estabelece qualquer prazo para a comunicação das isenções concedidas", entende a ANAC.

O regulador nacional da aviação garante que "em momento algum a segurança destas aeronaves esteve em causa", opinião corroborada pela companhia aérea portuguesa.

"Não há qualquer risco porque sempre foram mantidos e observados os requisitos de manutenção da aeronavegabilidade continuada. A TAP não faz qualquer concessão em matéria de segurança, cumpre rigorosamente todas as normas e padrões de segurança e atua em conformidade com as determinações legais e do fabricante", assegurou, em janeiro, a TAP.

O regulador nacional disse, então, à Lusa que, antes do envio da comunicação e de a TAP formalizar os pedidos de isenção, reuniu com os seus responsáveis e discutiu os aspetos técnicos da operação, já na posse dos pareceres favoráveis emitidos pelo fabricante, para que os aviões operassem fora de alguns limites estabelecidos.

Os quatro aviões A340-300 operam em ligações de longo curso da TAP, com rotas em África e no Brasil.

Estes aviões atingiram as 100.000 horas de voo entre 29 de julho e 26 de setembro de 2016.
Em 5 de janeiro já tinham voado entre 101.218 e 101.786 horas de voo.

O presidente da Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) afirmou, entretanto, que se "devem separar as águas" sobre extensões da vida útil dos aviões e avarias em peças. "Uma questão é a certificação de que o avião pode ter as suas horas de operações estendidas, que é dada pelo fabricante, e a única coisa que nós verificámos foi que todas as operações de manutenção a montante (...) foram efetivamente cumpridas pela TAP", explicou Luís Silva Ribeiro. O presidente da ANAC acrescentou que "outra coisa é uma avaria de um motor" e que os "motores são peças completamente autonomas" e sujeitas a "contratos de gestão completamente autonomos".

fonte/foto/JN.pt

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

VULCANAIR V1 - DIVULGAÇÃO


COMISSÁRIOS DA BRITISH AIRWAYS EM GREVE NESTA SEMANA


Os tripulantes de cabina da British Airways da denominada frota mista, a maioria admitidos depois de 2010, anunciaram, através do sindicato Unite, uma nova greve de quatro dias que decorrerá entre os dias 17 e 20 de fevereiro. É a quarta paralisação nos últimos meses como protesto ao não alinhamento dos salários desses profissionais com os dos seus colegas de trabalho.
Face a estas paragens laborais, a British tem recorrido à fusão de alguns percursos e ao fretamento de aviões a outras companhias, nomeadamente à Titan Airways, Vueling e Thomson Airways.
O sindicato diz que desde 2010 os profissionais que foram admitidos e que integram o que na companhia se denomina por ‘frota mista’ entraram a ganhar pouco mais de 12.000 libras esterlinas (cerca de 14.061 euros) por ano, excluídos complementos, e hoje têm salários médios de 16.000 libras (cerca de 18.754 euros) por ano.
A companhia, por sua vez, contraria os números do sindicato e contrapõe que os salários pagos a esses funcionários estão entre as 21.000 e as 25.000 libras (entre 24.625 e 29.309 euros) por ano.
Entre 2009 e 2010, a British Airways implementou um rigoroso plano de reduções de custos, começando pelo pessoal. Conseguiu cerca de mil baixas voluntárias e a redução do horário de trabalho de cerca de 3.000 tripulantes de cabina, o que se resumiu, em termos práticos, num corte de 1.700 postos de trabalho.
A medida contemplava ainda o congelamento dos salários dos assistentes de bordo por dois anos até março de 2011 e uma redução da massa salarial dos pilotos em 2,6 por cento, o que na realidade aconteceu. O que parece que a companhia britânica não cumpriu foi a recolocação dos salários nos níveis prometidos, a fazer fé na palavra dos trabalhadores que foram admitidos na corrente década.