quarta-feira, 1 de outubro de 2014

MINISTRO DA DEFESA RECEBE EXECUTIVOS DA NOVAER




O Ministro da Defesa do Brasil, Exmo. Sr. Celso Amorim, recebeu executivos da NOVAER e representantes do Estado de Santa Catarina e se informou sobre o status do programa T-Xc, que conta com o apoio do Governo Federal, via FINEP, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Estado de Santa Catarina, por meio da SC Parcerias e Participações S.A.

Na oportunidade, a NOVAER informou sobre os excelentes resultados obtidos nos testes da campanha de ensaio em voo que estão sendo realizados junto ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial – DCTA, em São José dos Campos, SP e sobre o contrato firmado com FINEP-ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica – onde serão realizados os ensaios estruturais durante a campanha de certificação.

A empresa demonstrou também a variedade de produtos oriundos da mesma plataforma, como uma versão de transporte aeromédico para resgate em regiões hostis e de captação de órgãos para transplante, versão de transporte de pequenas cargas e aeronave de ligação, a ser utilizada por forças armadas e uma versão de treinamento militar com motor turbo hélice e assentos ejetáveis (T-Xc MTP), além das já conhecidas versões de transporte civil (com paraquedas balístico opcional) e de treinamento militar primário-básico, que a NOVAER pretende oferecer à Força Aérea Brasileira e demais forças aéreas do continente e do mundo.

Estiveram presentes o titular da Secretaria de Produtos de Defesa do MD, Sr. Murilo Marques Barboza, o Diretor do Departamento de Produtos de Defesa do MD, Major Brig. José Euclides da Silva Gonçalves, a Secretária de Articulação Nacional do Estado de Santa Catarina, Sra. Lourdes Martini, o Presidente do Conselho de Administração da NOVAER, Paulo Junqueira, o Diretor Presidente da empresa, Graciliano Campos, e o Diretor para o Setor de Defesa, Geraldo Ferreira da Silva.

fonte/foto/Novaer

PRECISA EMBRULHAR A SUA AERONAVE >>>> AGS TEM A SOLUCÃO

Aero-Special-Cargo-AGS-Holding

A AGS apresentou, recentemente, na LABACE 2014 (maior feira de aviação executiva da América Latina), um exclusivo serviço de embalagem chamado Shrink Wrap para o mercado aeronáutico.

 A Shrink Wrap é uma embalagem a vácuo composta por um plástico filme de alta qualidade, que é encolhida por meio de aquecimento e tem por objectivo proteger a aeronave contra deteriorações e avarias.
Aero-Special-Cargo-3

De acordo com fonte da empresa, “dentro das suas principais características, esta embalagem evita infiltrações, danos na pintura e proteção máxima contra os raios ultra violeta, sob as piores condições de chuva e calor, por um período de 12 meses, tornando-se uma das mais eficazes entre as diversas formas de embalagens para o transporte de cargas sensíveis.

Aero-Special-Cargo-2

A AGS Holding é uma empresa brasileira, pioneira neste serviço de embalagens. Destaca-se, desde 1999, pela sua atuação no segmento aeronáutico, oferecendo serviços de transporte nacional e internacional, além de uma gama de serviços especializados para o setor sem envolvimento de terceiros.

fonte/foto/NewsAvia

PARA MANTER EXPANSÃO, AZUL PROJETA VOOS REGIONAIS E AOS EUA

A Azul, terceira maior companhia aérea do país, planeja se apoiar no programa regional de aviação, no maior acesso ao aeroporto de Congonhas e nas rotas internacionais para seguir crescendo acima da média do setor e, assim, continuar ganhando participação de mercado. "Vamos continuar crescendo. Não como nos últimos anos. Mas vamos crescer mais que o mercado", disse o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, projetando uma expansão entre um dígito alto e dois dígitos.
 
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Azul é a terceira maior aérea do país em passageiros-quilômetros transportados (RPK), com 16,3% do mercado em agosto. Um ano atrás, essa fatia era de 13,8%.

No critério de pessoas embarcadas, a Azul responde por 21% dos passageiros domésticos transportados entre janeiro e agosto último, ou 13,12 milhões de pessoas - 7,5% mais que o apurado em igual período de 2013. O mercado local no país cresceu 7% nessa mesma base.

Com frota de 143 aeronaves e 850 voos diários, a Azul atende 103 destinos, respondendo por 30% de todas as decolagens no país. Para Neves, o ritmo de expansão do setor vai ser acelerado com o programa da aviação regional. O plano do governo é espalhar o modal aéreo no país, de forma que 95% da população tenha um aeroporto a um raio de pelo menos 100 quilômetros de distância.

Para isso, o governo vai investir até R$ 7,4 bilhões ao longo dos próximos anos em infraestrutura aeroportuária. Outros R$ 1 bilhão serão usados anualmente para subsidiar o custo operacional das empresas que voarem para os aeroportos integrantes do programa e para as tarifas aeroportuárias.
Os subsídios sairão do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac), formado por recursos gerados na concessão dos aeroportos.

Neves chegou à Azul há sete meses, após liderar a área de aviação na consultoria McKinsey. Esteve entre os colaboradores que desenharam o plano de aviação regional. "Há uma demanda reprimida que pode rapidamente elevar o número de pessoas voando", afirmou.

As contas apontam que 4,5 milhões de pessoas serão incorporadas imediatamente ao universo de 100 milhões de brasileiros que já viajam anualmente de avião. "A taxa de meia viagem por habitante é muito baixa", disse, comparando aos Estados Unidos, onde essa relação é de dois para um.

Os subsídios serão dados conforme o tipo de avião usado, de R$ 0,03 a R$ 0,05 por assento, até o limite 60 assentos por voo. O volume de subsídios que cada companhia receberá vai depender das rotas que forem operadas e dos modelos de aviões usados.

No conjunto, a maior oferta de voos vai permitir redução dos preços das passagens em até 25%, em alguns trechos, e de até 33 minutos em tempo médio de voo por passageiro porque haverá menor necessidade de conexões.

O universo de novos passageiros virá de três formas, segundo o executivo: por novos destinos atendidos, pela troca de aeronaves (em vez de um ATR, por exemplo, compensaria fazer rotas com o Embraer, maior, que transporta mais gente) e por aumento de frequências.

Neves disse que o programa da aviação regional vai permitir às concorrentes Gol, TAM e Avianca disputar rotas hoje operadas apenas pela Azul. "Mas somos mais eficientes. Para replicar nossa estrutura de custo, teriam que replicar a malha inteira."

As empresas Gol e TAM são donas respectivamente de 38,8% e 35,2% da demanda doméstica em RPK, mas voam para menos de 70 destinos cada uma.

Apesar da maior disputa, Neves afirma que o plano de aviação regional terá efeito positivo para a companhia. Afinal, explicou, a Azul não vai ampliar o número de cidades atendidas sem o programa governamental.

Mas enquanto esse projeto não deslancha, a Azul projeta capturar mais demanda a partir de Congonhas. A Anac vai redistribuir horários de pousos (slots) para a aviação regular no terminal mais movimentado do país.

Dos atuais 30 slots por hora, haverá até 33 slots por hora. E a Azul, dona hoje de 0,06% do movimento no aeroporto - ante 5,5% da Avianca, 46,2% e 47,9% da TAM - passará ter cerca de 10%.
Pelas regras que distribuem esse slots apenas entre aéreas que têm menos de 12% das operações em Congonhas, a Azul projeta receber 25 de 41 slots.

Com essas posições, a empresa terá de 12 a 15 partidas diárias do aeroporto. "Com 12 partidas vou conectar 51 cidades", disse Neves. A empresa vai compor essa malha usando os pontos de conexão (hubs) de Confins (BH), Curitiba e Porto Alegre.

Segundo Neves, um executivo poderá sair de Vitória da Conquista (BA) ou de Pelotas (RS) para reunião em São Paulo e retornar no mesmo dia. "Se tivéssemos mais slots, faríamos conexões para Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Galeão (RJ)", afirmou.

O presidente da Azul disse que iniciará as novas rotas já em 1º de novembro. E afirmou que a companhia não vai deixar de operar destinos próximos à região metropolitana de São Paulo por causa de Congonhas.

Segundo Neves, a rota partindo de São José dos Campos para o Rio, por exemplo, foi encerrada devido à concorrência com o aeroporto de Guarulhos (SP). "Guarulhos tem frequência, preço e capacidade. Não consigo convencer o cliente a sair de São José dos Campos. Eu não lucrava", acrescentou, ressaltando que a Azul vai usar o avião agora em um voo partindo de Vitória (ES).

"A beleza de nosso modelo de negócio é a flexibilidade de nossa frota", disse Neves, explicando que os aviões ATR e Embraer - menores que os Airbus e Boeing - permitem testar novos destinos sem absoluta certeza de que a operação será rentável.

Mas plano de negócio da Azul também inclui aviões maiores. A empresa está investindo US$ 2 bilhões em 11 Airbus A330-200 e A350, que serão usados em voos para os Estados Unidos, inicialmente para o sul da Flórida.

A estreia, marcada para março de 2015, foi antecipada para dezembro. Neves afirma que a empresa quer explorar oportunidades de demanda geradas pela capilaridade de sua malha. "Nossos cinco primeiro bilhetes foram vendidos para uma família de Corumbá, exemplo de cliente que quer viajar diretamente para fora sem conexão", disse.

O presidente da Azul descarta entrar na disputa direta com as companhias americanas. "Se nosso negócio internacional for 10% do faturamento [do grupo], não será um grande risco", disse.

fonte/Valor Economico

terça-feira, 30 de setembro de 2014

MULHER PILOTO ÁRABE NOS ATAQUES CONTRA O ESTADO ISLÂMICO

Mariam Al Mansouri

Uma mulher comandou o esquadrão de aviação dos Emirados Árabes Unidos (EAU) que bombardeou posições do Estado Islâmico, na Síria, na semana passada.

Para além de se tratar a primeira mulher árabe piloto de caças, a notícia foi amplamente divulgada na imprensa internacional pelo facto de ter sido uma mulher a atacar os ultraconservadores islâmicos, ainda que ela também esteja subjugada ao conservadorismo dos Emirados, que obriga as mulheres e cobrirem a cabeça e a usarem abayas (vestido inteiro, tipo túnica).

Os ataques aconteceram na terça-feira (23 de Setembro), mas a confirmação de que Mariam Al Mansouri, de 35 anos, participou nos ataques foi feita apenas na quinta-feira (25 de Setembro), pelo embaixador dos EAU nos Estados Unidos, Yousef Al Otaiba, numa entrevista a um canal de televisão americano.

Segundo o embaixador, ela é uma piloto altamente treinada e qualificada e está numa missão como lhe compete.

Após o referido ataque, a piloto ganhou lugar na Wikipedia (http://en.wikipedia.org/wiki/Mariam_al-Mansouri). De acordo com esta fonte, Mariam Al-Mansouri tem sete irmãos e tem ligações familiares ao sultão bin Saeed Al Mansoori, engenheiro e político dos Emirados Árabes. Estudou literatura inglesa e foi para a força aérea do seu país logo que foi permitida a adesão das mulheres; com ela ingressaram outras duas mulheres árabes.

A força aliada contra o Estado Islâmico, em cujos ataques participou Mariam Al-Mansouri, é formada pelos Emirados Árabes, Arábia Saudita, Jordânia, Qatar, Bahraine Estados Unidos. Os extremistas islâmicos, auto-proclamados Estado Islâmico, reivindicaram, e mostraram ao mundo, a decapitação de quatro estrangeiros (dois jornalistas americanos, um britânico e um turista francês).

fonte/foto/NewsAvia/Facebook

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

GIGANTE DA EMBRAER, KC-390 JÁ TEM DATA PARA DEIXAR HANGAR


Foto inédita mostra o primeiro protótipo do cargueiro militar KC-390. Foto: Divulgação Foto inédita mostra o primeiro protótipo do cargueiro militar KC-390. Foto: Divulgação
Maior avião já produzido pela empresa, cargueiro fará sua primeira aparição oficial no dia 21 de outubro

O gigante está quase pronto e já tem data para sair do hangar. No dia 21 de outubro, o avião cargueiro militar KC-390 fará a sua primeira aparição pública oficial.

Maior avião projetado e produzido pela Embraer, sediada em São José dos Campos, o KC-390 é uma “revolução” tecnológica, um desafio e um marco para a terceira maior fabricante de jatos do mundo.
O avião foi desenvolvido para a FAB (Força Aérea Brasileira) e o programa do jato cargueiro está orçado em US$ 2 bilhões (algo em torno de pelo menos R$ 4,6 bilhões).

No dia 21 de outubro a Embraer realizará o roll out (apresentação oficial) da aeronave, em fase final de montagem na unidade de Gavião Peixoto, cidade localizada nas proximidades de Araraquara.
Será lá a solenidade da apresentação do avião.

O KC-390 não vai voar neste dia. Deve apenas deslizar pela pista e mostrar a sua imponência.
O voo do primeiro protótipo vai ocorrer até o final do ano. O Vale apurou que o KC-390 deve ganhar os ares em dezembro, ainda sem data definida.

Até lá, o jato será submetido a testes em terra, procedimento previsto no projeto.

Montagem. D e acordo com a Embraer Defesa & Segurança, responsável pelo desenvolvimento da aeronave, recentemente ocorreu a junção da asa com a fuselagem do primeiro protótipo que, no momento, está na fase de instalação de sistemas internos.

Tudo isso na unidade de Gavião Peixoto, onde será a produção seriada do jato.
Para acomodar toda a linha de produção, a Embraer construiu mais de 30 mil metros quadrados de hangares.

Missão. O KC-390 pode desenvolver diversas missões. Servirá para transporte de tropas, materiais e também como avião reabastecedor em voo.

Haverá também uma versão civil, para emprego médico e auxílio a operações referentes a desastres naturais e transporte de carga postal.

Um dos fundadores da Embraer, o engenheiro Ozires Silva afirmou que o jato cargueiro é uma aeronave “maravilhosa, de última geração”.
“Um avião extremamente moderno tecnologicamente, um orgulho para a Embraer e para o Brasil. A materialização de um sonho”, disse.

Diretor regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), em São José dos Campos, Almir Fernandes destacou a importância do projeto para as empresas fornecedoras da Embraer na região.
“Além da geração de empregos, o programa é um desafio tecnológico para os fornecedores, será um marco”, disse.

A Embraer Defesa & Segurança estima que o mercado potencial de aeronaves no qual o cargueiro militar brasileiro a KC-390 irá competir é de pelo menos 728 unidades.

Em maio, durante a inauguração das instalações em Gavião Peixoto para a produção do jato, o presidente da Embraer Defesa & e Segurança, Jackson Schneider, relatou que a meta da Embraer é abocanhar uma fatia de 15% a 20% desse mercado.


Compra. Em maio deste ano, a FAB (Força Aérea Brasileira) anunciou a compra de 28 unidades do jato, em contrato no valor de R$ 7,2 bilhões.

O contrato prevê a aquisição das aeronaves em um período de 12 anos, com a entrega do primeiro jato militar para o final de 2016.

O acordo contempla também o fornecimento de um pacote de suporte logístico, que inclui peças sobressalentes e manutenção.

À ocasião, o ministro da Defesa, Celso Amorim, frisou que o contrato é uma sinalização importante e demonstra a confiança da FAB no produto e que ajudará nas vendas da aeronave para outros países.

Na FAB, o KC-390 irá substituir a frota de turboélices Hércules C-130, fabricado nos Estados Unidos desde a década de 1950.

Parceria. No ano passado, a Embraer firmou parceria com a norte-americana Boeing para promoção e venda do cargueiro militar.

Pelo acordo, a Boeing irá liderar as campanhas de vendas do KC-390, oferecendo também suporte e treinamento, nos EUA, no Reino Unido e em mercados selecionados do Oriente Médio.

Potencial. Para Expedito Bastos, especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), o jato da Embraer tem grande potencial de mercado.
“Sem dúvida, a parceria estabelecida pela empresa com países europeus pode abrir um enorme mercado para o KC-390”, declarou.

O especialista analisa que o novo jato representa um salto da Embraer no segmento de Defesa, que é muito disputado em todo o mundo.
“É um produto para um nicho do segmento de Defesa que a Embraer planeja competir”, destacou Expedito.

fonte/foto/OVale

EQUIPE DA POLÍCIA CIVIL RETORNA DAS BUSCAS AO AVIÃO E PILOTOS


Aviao do mesmomodelo do que foi roubado de Riva - 20-09-14

A equipe da Polícia Judiciária Civil que acompanhava as buscas junto a Polícia boliviana para localizar a aeronave, o piloto e o copiloto do avião da candidata do Governo do Estado, Janete Riva, retornou na tarde de ontem a Pontes e Lacerda.

A aeronave, modelo King Air, prefixo ATY, foi roubada no último sábado (20.09), no aeroporto do município de Pontes e Lacerda e levada junto com os pilotos. Desde então, a Polícia Civil passou a realizar diligências para localização do avião e na madrugada de domingo (21.09), uma equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda se deslocou até a Bolívia para acompanhar o trabalho realizado pela Polícia daquele país, que foi acionada devido a suspeita do avião ter sido levado para uso do narcotráfico.

O delegado de Pontes e Lacerda, Gilson Silveira, acompanhou as diligências no território boliviano junto com dois investigadores. Conforme o delegado, todo o trabalho de buscas foi comandado pela Polícia da Bolívia da região de San Ignácio. “Acompanhamos inúmeras diligências e a gente ainda não tem nada de concreto. Mas foi criada toda uma rede de informação e esperamos ter alguma notícia logo”, disse o delegado.

Segundo o delegado Gilson Silveira, na localidade do município de San Ignácio não há radar e é nessa região que se tem notícia de um comércio clandestino de aviões e pistas clandestinas. Uma das diligências foi realizada na região de Renecheru, onde se encontra uma das pistas de pouso, a 125 km de San Ignácio.

O delegado explicou que o radar só começa a ser captado em Santa Cruz de La Sierra, e lá a polícia boliviana também está mobilizada nas buscas. “É importante ressaltar que toda a polícia boliviana está mobilizada no encontro dessa aeronave e dos pilotos. Acreditamos que estejam no território da Bolívia, embora não tenhamos nenhuma prova concreta ainda”, destacou o delegado.

Quanto aos pilotos, a Polícia Civil mato-grossense e a boliviana acreditam que estejam sendo usados pela quadrilha para levar a aeronave até o destino. “Esse avião não é qualquer um que pilota e eles precisam dos pilotos para levar até o destino. Essa é a nossa suposição”, disse o delegado.

O delegado esclareceu ainda que enquanto a Polícia Civil não tiver uma prova concreta de que o avião e os pilotos estejam na Bolívia, a atribuição da investigação é da Polícia Civil de Pontes e Lacerda. “A partir do momento que tivermos uma prova efetiva de que o crime ultrapassou a fronteira, o caso será repassado a Polícia Federal, que também acompanha os trabalhos”, finalizou.

fonte/foto/ATribunaMT

PREFEITURA INICIA OPERAÇÃO PARA SALVAR AEROPORTO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


Voo da Azul durante pouso no aeroporto de São José. Foto: Claudio Vieira Voo da Azul durante pouso no aeroporto de São José. Foto: Claudio Vieira

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), disse ontem que irá trabalhar para tentar reverter a decisão da companhia aérea Azul de encerrar suas atividades no aeroporto local, a partir de novembro deste ano.

Carlinhos relatou que o seu governo agendou uma reunião com a empresa para os próximos dias.
“Vamos conversar com a Azul para tentar manter a companhia no terminal”, afirmou o prefeito.


Ele destacou que também fez contato com o ministro-chefe da Secretaria da Aviação Civil, Moreira Franco, com o mesmo propósito.


“O ministro Moreira Franco informou que também irá procurar a Azul. Vamos aguardar um retorno”, disse.
Medida. O prefeito pontuou quem uma medida de que pode favorecer o aeroporto de São José é a aprovação da Medida Provisória encaminhada pelo governo federal ao Congresso Nacional para estimular o desenvolvimento da aviação  regional.

“A aprovação dessa Medida Provisória cria benefícios para a aviação regional e vai beneficiar São José”, afirmou o prefeito.

A proposta, que ainda precisa ser regulamentada, autoriza a União a conceder subsídios às companhias aéreas para pagar parte dos custos dos voos em rotas regionais e todas as tarifas aeroportuárias nos terminais incluídos no programa. O aeroporto de São José está entre os 100 terminais selecionados pelo governo para se beneficiar da MP.

Para o prefeito, a decisão da Azul é conjuntural. “O problema é de conjuntura e não de infraestrutura. As companhias aéreas enfrentam dificuldades”, afirmou.

A Azul alega baixa demanda. Os voos serão encerrados no dia 13 de novembro. A empresa opera três voos diários para o Rio e vice-versa.

Queda. Dados da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), gestora do aeroporto, mostram que o movimento de passageiros domésticos no terminal teve uma queda de 50% de janeiro a agosto deste ano ante o mesmo período de 2013.
O movimento este ano foi de 60.704 ante 121.657 passageiros registrado em 2013.

Investimento. A Infraero investiu R$ 16,6 milhões na ampliação do terminal, que teve a sua capacidade triplicada.
Na semana passada, a consultoria Urban Systems apontou o terminal como o de maior potencial de desenvolvimento dentre os aeroportos regionais do país selecionados pelo governo federal para o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional.


Operação
A companhia aérea Azul anunciou que vai deixar de operar no aeroporto de São José dos Campos a partir do dia 13 de novembro deste ano

Demanda
A empresa alega baixa demanda de passageiros

Investimento
A Infraero, gestora do terminal, investiu R$ 16,6 milhões na expansão do aeroporto

Negociação
Prefeito Carlinhos Almeida (PT) tentar reverter decisão da Azul. O seu governo marcou uma reunião com a empresa

Governo
Também o governo federal foi procurado pelo prefeito na tentativa de reverter o quadro

Movimento
Este ano foi de 60 mil pessoas



Usuários estão inconformados
São José dos Campos

Usuários do Aeroporto de São José dos Campos, surpreendidos pela decisão da Azul, estão inconformados com o fim da operação da empresa no terminal.
“Moro no Rio de Janeiro, mas sempre estou em São José dos Campos onde tenho negócios e familiares. Estou revoltado”, disse o empresário Luiz Fernando Magalhães, equanto aguardava embarque.
O diretor de vendas Joel de Oliveira Júnior viaja pelo menos uma vez por semana para o Rio e disse que a partir de novembro vai ficar mais complicado. “Acho que a Azul deve estar fazendo alguma pressão para continuar no aeroporto”, declarou.
O taxista Eduardo Emídio trabalha no aeroporto há 15 anos. “No último dia de voo, faço questão de transportar gratuitamente os passageiros do aeroporto”, declarou.

Empresa sustenta que há movimento
A Infraero sustenta que o aeroporto não ficará vazio. “O aeroporto não ficará vazio ou inoperante, uma vez que ele é um equipamento de infraestrutura público e tem como obrigação atender a todos os interessados em utilizá-lo. Entre os usuários estão também a aviação geral e jatos executivos, que utilizam as instalações com frequência”.

fonte/foto/OVale

PASSAGEIRO É PRESO APÓS SE MASTURBAR EM VOO DA VIRGIN ATLANTIC

Um passageiro foi detido após ser flagrado se masturbando dentro de um avião em um voo da companhia aérea Virgin Atlantic, na última segunda-feira. As informações são do Gawker.

O voo estava programado para sair de Boston e seguir para Los Angeles, nos EUA. No entanto, o caso fez com que a aeronave fizesse uma escala em Omaha, para que o passageiro saísse do avião.

Segundo a companhia aérea, Doug Adams, 26 anos, foi ao banheiro dentro do avião e demorou para sair. Mais tarde, ele estava sentado ao lado de uma mulher, durante o voo, e começou a se masturbar. Incomodada, a mulher pediu o auxílio de funcionários.

 Depois de ser advertido, Adams levantou-se da sua poltrona e tentou sair do avião, tentando abrir as portas da aeronave. Neste momento, o piloto decidiu pousar a aeronave.

Adams foi escoltado por policiais para um hospital em Nebraska para observação e ficará preso por uns dias. Ele deve pagar uma multa pelo transtorno causado durante o episódio.

fonte/Terra

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

EUA RECEBEM PRIMEIRO SUPER TUCANO


O primeiro A-29 Super Tucano fabricado nos Estados Unidos pela Embraer. Foto: Divulgação O primeiro A-29 Super Tucano fabricado nos Estados Unidos pela Embraer. Foto: Divulgação
A aeronave, que também atua como treinador avançado, é a primeira de 20 que estão sendo entregues à USAF 

São José dos Campos

A Embraer Defesa & Segurança e a sua parceira Sierra Nevada Corporation (SNC) apresentaram ontem o primeiro avião A-29 Super Tucano fabricado nos Estados Unidos a autoridades da USAF (Força Aérea dos Estados Unidos) e do governo, a representantes da indústria e da comunidade local e à imprensa em geral.

A aeronave, que também atua como treinador avançado, é a primeira de 20 que estão sendo entregues à USAF para seu programa de Apoio Aéreo Leve (LAS) para dar apoio à estabilidade do Afeganistão, à medida que o país assuma mais responsabilidade pela segurança com a redistribuição das forças da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).


Em fevereiro do ano passado, a USAF concedeu o contrato do programa LAS à SNC para fornecer 20 aeronaves A-29 Super Tucano da Embraer, bem como equipamentos para treinamento em solo, treinamento de pilotos e mecânicos e suporte logístico.


As aeronaves serão utilizadas para desempenhar missões de apoio aéreo tático, reconhecimento e treinamento para as forças militares do Afeganistão.


O contrato é de US$ 427 milhões. A fabricante brasileira e a SNS enfrentaram longa batalha judicial para vencer a concorrência. A ação foi movida pela norte-americana Hawker, que discordava da seleção da Embraer para participara do certame.

Investigação. A Procuradoria Geral da República Dominicana informou ontem que existe um processo de investigação internacional relacionado com suspeitas de suborno e fraude na aquisição por parte do Estado dominicano de oito aviões Super Tucano da Embraer.
A denúncia de suposto suborno, que envolve funcionários da Embraer, também é investigado no Brasil e nos Estados Unidos.


Entrega
A Embraer Defesa & Segurança e a sua parceria Sierra Nevada Corporation entregaram ontem o primeiro dos 20 Super Tucanos vendidos para a Força Aérea Norte-Americana

Contrato
O contrato é no valor de US 427 milhões e foi assinado em fevereiro do ano passado

Produção
Os aviões são montados nos Estados Unidos e serão utilizados em missões no Afeganistão. O Super Tucano é um turboélice para emprego em ataque leve e treinamento


fonte/foto/OVale

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

CAPITAL DO AVIÃO SEM AVIÃO - AZUL CANCELA SEUS VOOS NO AEROPORTO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


O movimento de passageiros teve queda de 50% de janeiro a agosto. Foto: Marcelo Caltabiano O movimento de passageiros teve queda de 50% de janeiro a agosto. Foto: Marcelo Caltabiano
Única empresa a ter voos comerciais no terminal, companhia suspende operação local em novembro; medida ocorre 11 dias após governo ter inaugurado expansão da unidade 

Onze dias após a inauguração da reforma e expansão do Aeroporto de São José dos Campos, a companhia aérea Azul anunciou nesta quarta-feira que encerrará os seus voos no terminal a partir do dia 13 de novembro.
A companhia, a única que mantém voos comerciais na cidade, alega baixa demanda de passageiros em São José dos Campos.
“A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que encerrará suas operações em São José dos Campos a partir de 13 de novembro. A companhia, que está presente no aeroporto desde outubro de 2010, optou por fechar a base devido ao baixo movimento”, informou a companhia em nota. A empresa informou que os seus clientes da região poderão ser atendidos pela empresa em Guarulhos.
De acordo com a companhia, os seus clientes que compraram bilhetes para depois de 14 de novembro poderão ter o reembolso integral ou serem reacomodados em Guarulhos.
Baixa. Dados da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), gestora do aeroporto, mostram que o movimento de passageiros domésticos no terminal teve uma queda de 50% de janeiro a agosto deste ano ante o mesmo período de 2013.
O movimento de passageiros domésticos este ano foi de 60.704 ante 121.657 registrado no ano passado.
A Azul opera três voos diários de São José para o Rio de Janeiro e vice-versa.
Na semana passada, o terminal foi apontado como o de maior potencial de investimento entre os aeroportos regionais do país pela consultoria Urban Systems.
Investimento. A Infraero investiu R$ 16,6 milhões na expansão do terminal, que teve a sua capacidade triplicada. Antes era de 190 mil passageiros por ano.
A inauguração da expansão, no dia 13 de setembro, teve a participação dos ministros da Aviação Civil, Moreira Franco, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Surpresa. O presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial), Felipe Cury, e o diretor regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) em São José, Almir Fernandes, ficaram surpresos com a decisão da Azul.
“Estou estarrecido. Se a Azul não tem capacidade para atender a demanda da região, é melhor sair mesmo”, disse Felipe Cury.
“É estranho falar que não tem demanda. Os voos da Azul estão sempre lotados. Não sei o que ela está querendo”, afirmou Almir Fernandes.
Para Cláudio Jorge Pinto, professor do ITA, com a ampliação, a cidade entrará na rota das empresas regionais.
“Se o Brasil voltar a crescer, a demanda potencial se concretiza e as companhias aéreas voltarão a ter interesse”.

Saiba mais
Operação
A companhia aérea Azul anunciou que irá encerrar as suas atividades no Aeroporto de São José dos Campos no próximo dia 13 de novembro

Demanda
A empresa alega baixa demanda de passageiros

Período
A Azul começou a operar no terminal em 2010

Ampliação
A Infraero, gestora do aeroporto, investiu R$ 16,6 milhões na ampliação do terminal, que teve sua capacidade triplicada

Surpresa
Decisão surpreendeu a cidade




Prefeitura avalia medidas para reverter a situação

São José dos Campos

A Infraero informou, em nota, que não havia sido comunicada oficialmente da decisão da Azul.
“Entendemos que a suspensão das atividades da Azul deva ser temporária e ocorre justamente com o objetivo de deslocar as aeronaves para as rotas mais demandadas na alta temporada. É evidente que essa situação não agrada a Infraero. Entretanto, ela se deve à baixa demanda no Aeroporto de São José nesse momento”, disse na nota.
Segundo a Infraero, a região tem potenciais atrativos, mas que não se consolidaram. “Essa consolidação deve ocorrer no próximo ano, ainda mais que a ampliação do terminal pode motivar o aquecimento do mercado da aviação civil”.

Avaliação. A prefeitura informou que não foi comunicada.
“A Secretaria de Desenvolvimento Econômico não foi comunicada oficialmente do cancelamento das operações da Azul no Aeroporto de São José. A prefeitura está entrando em contato com representantes da empresa, da Infraero e da Secretaria de Aviação Civil para avaliar as medidas que podem ser tomadas”.


fonte/Ovale