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Emirates formaliza encomenda de 50 aeronaves A380

A Emirates e a Airbus encerraram negociações e assinaram o contrato para encomenda de mais 50 aeronaves A380 originalmente anunciadas no Dubai Airshow, em 17 de novembro. Os documentos do contrato foram finalizados pelo presidente da aérea dos Emirados, Tim Clark, durante visita à sede da Airbus em Toulouse, na França. O pedido total sobe para 140 unidades.

“O A380 é nosso carro-chefe, popular entre nossos clientes, e nos oferece resultados em termos de desempenho operacional. É por isso que encomendamos mais esses 50 aviões, para se juntar à nossa frota de A380”, disse Clark.

“Este pedido é um grande voto de confiança no A380. Desde a entrega da primeira aeronave, em julho de 2008, a frota deste modelo da Emirates aumentou e se tornou a maior do mundo, com 44 aviões em operação. Damos os parabéns à Emirates por esta impressionante conquista e agradecemos à companhia aérea por seu apoio contínuo a nossa aeronave. Como Tim Clark frequentemente diz, ‘o A380 realmente é um avião inovador’”, comenta o COO para Clientes da Airbus, John Leahy.

A UNIDADE
Desde que entrou em serviço, em 2007, 122 aviões A380 já foram entregues, para dez companhias aéreas de classe mundial. A aeronave voa 8.500 milhas náuticas, ou 15.700 km, sem parar, transportando mais pessoas a menor custo e com menos impacto no meio ambiente. 
 
 
 

Iata critica Venezuela quanto a recursos das aéreas

(LA AGENCIA DE VIAJES)

Através de seu presidente, Tony Tyler, a Iata criticou o fato de que o governo venezuelano continue bloqueando a repatriação de US$ 2,6 bilhões em dinheiro correspondente às vendas locais realizadas por linhas aéreas internacionais no país. “As empresas demonstraram que podem superar os desafios em situações difíceis para seu negócio. No entanto, preocupa a falta de reconhecimento dos governos respeito do papel essencial que tem a aviação num mundo interconectado”, disse Tyler.

A situação concreta da Venezuela e a dívida que a Comissão de Administração de Divisas do país mantém com várias linhas aéreas motivou que algumas avaliem deixar de operar no país. “Se a intenção de abandonar o mercado venezuelano se concretizar, evidentemente os principais prejudicados serão os venezuelanos, pois serão reduzidas as vias para viajar. Esta medida também beneficiará outros destinos pelo possível desvio de operações”, acrescentou Tyler. 
 
fonte/PanRotas
 
 
 

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