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MULHERES REPRESENTAM APENAS 1,88% DOS COMANDANTES E COPILOTOS NO BRASIL

Apenas 1,88% dos pilotos e comandantes aéreos no Brasil são mulheres, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Esse número fica muito abaixo da média mundial de 5%, de acordo com dados do Institute for Women of Aviation, consórcio global sem fins lucrativos de empresas e organizações. Passados 82 anos do feito da norte-americana Amelia Mary Earhart (1897-1937) – a primeira mulher a voar sozinha sobre o oceano Atlântico, em 20 de maio de 1932 – ainda não é possível verificar se o número de 637 pilotas e copilotas que trabalham na aviação civil brasileira hoje no Brasil tem crescido ou diminuído.  Já o número de homens tripulantes técnicos - excluindo comissários - chega a 33.190. Segundo a Anac, esse levantamento por gênero está sendo feito pela primeira vez no País neste ano. Portanto, a comparação só será possível no fim de 2015. De acordo com dados da Anac, há hoje em atividade no mercado doméstico de aviões 505 pilotas distribuídas entr...

MULHERES AVANÇAM NO MERCADO DA AVIAÇÃO E CHEGAM A COMANDO DE VOO

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Elas não são grandes nem fortes. São pequenas, discretas e delicadas. Não se esquecem do batom e, com unhas caprichosamente pintadas de vermelho, seguram com mãos firmes um Boeing de até 79 toneladas. Números da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram o crescimento do número de mulheres que procuram o mercado aéreo. Em 2009, foram expedidas 44 licenças para pilotos do sexo feminino: 35 delas conseguiram licença de piloto privado e outras 8 de comercial. Apenas uma obteve a habilitação para comandante de uma linha aérea. O número duplicou em 2010, quando foram expedidas 86 licenças para mulheres: 56 novas de piloto privado, 24 de comercial e 6 de linha aérea, para a qual são necessárias 1.500 horas de voo. Em relação ao ano anterior, a tendência é que 2011 termine com um novo recorde. (veja tabela abaixo) A comandante Joana Moojen, de 30 anos, recém-promovida ao posto e com mais de 3 mil horas de voo, decolou de São Paulo com destino a Brasília na tarde de quar...

A INVASÃO DAS GAÚCHAS NAS CABINES DE AVIÃO

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Quem são as gaúchas que estão desbravando o território masculino das cabines de avião. A fragrância do 212 Carolina Herrera parte da cabine de comando do Let 410 , indicando presença feminina no recinto. O aroma parte da pele clara de Kitty Trisch Knevitz, 23 anos, uma copiloto de madeixas loiras e olhos azuis. Desde setembro de 2010, a gaúcha de Bom Jesus, com família radicada em Pelotas , voa pelos céus de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo em aeronaves de selo NHT. Senta à direita do comandante, auxiliando na operação do cérebro do Let 410, apto a receber 19 passageiros. Maquiada, unhas vermelhas, perfumada, Kitty confere feminilidade a um ambiente predominantemente masculino. Das 14 mil licenças emitidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), apenas 7,5% são para mulheres – 937 pilotos e 115 copilotos. Na NHT, Kitty é a única. – Os passageiros costumam achar que sou a comissária de bordo – graceja. A aviadora faz parte de um time de gaúc...