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VENEZUELA DOA CAÇAS PARA A FORÇA AÉREA DO EQUADOR

O presidente Hugo Chávez, da Venezuela, doou seis supersônicos Mirage-50 à aviação militar do Equador. Os aviões, comprados da França há pouco mais de 30 anos na versão III, foram revitalizados, recebendo o motor e o radar do tipo 50. Toda a frota de 22 caças foi desativada em julho por determinação de Chávez. Os jatos entregues à força aérea equatoriana passaram por revisão. Chávez ofereceu ao governo de Rafael Correa linha de crédito para comprar 12 caças usados Atlas-Cheetah, uma configuração do Mirage III desenvolvido pela África do Sul. O lote completo - mais peças, documentação e componentes - é estimado em US$ 90 milhões. O ministro adjunto de Relações Exteriores de Quito, Lautaro Pozo, disse que há outras ofertas em avaliação, referência indireta a aeronaves desse tipo disponíveis em Israel e no Paquistão. O Equador já empregou esse modelo de caça. Atualmente, só duas unidades estão em condições de uso limitado: ambas estariam voando sem os radares.Os jatos Mirage-50 cedidos pe...

CHÁVEZ ESTUDA A DERRUBADA DE AERONAVES SUSPEITAS E IGNORA RELATÓRIO DOS EUA

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Ontem, durante entrevista coletiva, o presidente venezuelano Hugo Chávez, contrariado, não quis comentar o relatório dos EUA sobre drogas ilícitas, no que toca à Venezuela. Pelo relatório, a Venezuela está entre os países que menos contribuíram na luta contra o narcotráfico. E os EUA usam o relatório para pressionar Chávez a dotar o seu país, como acontece com a Colômbia, Peru e Brasil, com legislação que autorize o abate de aeronaves sob suspeita de carregamento de drogas proibidas. A Venezuela foi reprovada pelo governo dos EUA e, no relatório que foi enviado ao Congresso norte-americano, aparece ao lado da Bolívia e da Birmânia (Mianmar), esta última uma velha e conhecida narcoditadura militar. Apesar da reprovação, não haverá sanção econômica para a Venezuela, ao contrário da Birmânia, que, há mais de dez anos, aparece nos relatórios e, por especialistas internacionais, é considerada um narcoestado. Na coletiva, Chávez disse, apenas, que estuda, à luz do direito internacional, l...

CH'VEZ INTERESSADO EM COMPRAR UM ILYUSHIN II-62M PRESIDENCIAL

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta segunda-feira que vai expropriar a aeronave da Cubana de Aviación, com a qual realizou uma recente viagem a países como Irã e Rússia. "Vínhamos no avião que Fidel [Castro] me emprestou. Mas eu decidi expropriá-lo, o avião da Cubana de Aviación", disse Chávez, em um ato de premiação ao filósofo húngaro István Meszáros. "Fidel, você está expropriado, parceiro", acrescentou, provocando risos na plateia. O avião lhe foi emprestado pelo governo cubano após a moderna aeronave presidencial venezuelana apresentar problemas e ser enviada à manutenção. A aeronave deve ser assim a mais nova "vítima" da onda de estatizações que Chávez comanda, desde 2007, em setores-chave da economia, incluindo os setores petroleiro, elétrico, de telecomunicações e de siderurgia. fonte: Reuters

EUA LIBERAM VENDA DE AVIÕES COMERCIAIS DA EMBRAER À VENEZUELA

Os Estados Unidos deram sinal verde para que a Embraer venda aviões comerciais com componentes americanos para a Venezuela, mas isso não significa que o embargo militar ao país sul-americano tenha sido afrouxado, informou a empresa nesta quinta-feira. Os Estados Unidos proíbem que sua indústria bélica realize vendas ao governo do presidente Hugo Chávez, visto por eles como uma ameaça à segurança regional. Em 2006, Washington bloqueou a venda de aviões de treinamento Super Tucano da Embraer devido ao uso de peças americanas . Luis Fernando Lopes, diretor regional de vendas da Embraer, afirmou que a companhia já foi impedida de vender aeronaves comerciais para a Venezuela porque elas usavam um sistema de comunicação americano. “O embargo militar não foi abrandado”, disse Lopes. “O que se permite agora é que nós vendamos aeronaves comerciais com tecnologia americana”. Lopes disse que a Embraer negocia a venda de 20 aeronaves a quatro companhias aéreas da Venezuela. A transação, que in...

TANQUES T-27M PARA VENEZUELA.....CHÁVEZ PROMETE

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O presidente Hugo Chávez disse na quinta-feira que a Venezuela continuará comprando armas diante da "ameaça" supostamente representada por um projeto da Colômbia de aumentar sua cooperação militar com os Estados Unidos. Caracas retirou no mês passado seu embaixador de Bogotá e tomou algumas medidas de pressão econômica como protesto contra o acordo do governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe, com Washington, que permitirá aos Estados Unidos utilizar sete bases militares do país sul-americano. O militar da reserva, que afirma realizar uma revolução socialista em favor dos pobres, disse que em sua próxima visita a Moscou prevista para setembro comparará "ao menos três batalhões de tanques russos" para preparar-se ante uma eventual guerra com Colômbia ou Estados Unidos. "Lamentavelmente temos que nos armar. Cada quadro do partido tem que ser um soldado combatente... pronto para a guerra para defender a pátria ante uma agressão do império norte-americano...

BASES AMERICANAS NA COLOBIA - VENEZUELA DUPLICARÁ BATALHÕES DE TANQUES

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, reiterou hoje a intenção de prosseguir com os planos de fortalecer o poder militar do país, através do aumento das atuais unidades de combate e da formação de outras novas. "O importante é seguir fortalecendo o poder militar da República, fortalecer a doutrina militar bolivariana, seguir fortalecendo as unidades e criando novas", disse Chávez em um ato oficial transmitido por rádio e TV. Ontem à noite, em seu programa "Alô Presidente Teórico", Chávez anunciou a intenção de duplicar os batalhões de tanques e assinalou que esses planos foram comunicados oficialmente ao Governo da Rússia, principal fornecedor de armas da Venezuela. A Venezuela comprou da Rússia nos últimos anos 100 mil fuzis AK-103, 24 caças-bombardeiros Sukhoi-30, e 50 helicópteros MIM-17, MI-26 e MIM-35. O líder venezuelano liderou nesta sexta-feira um desfile militar na cidade litorânea de Cumaná, a cerca de 400 quilômetros de Caracas. A exibição militar, da q...