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INFRAERO DISPOSTA A TROCAR SEDE POR PRÉDIO DE R$ 528 MIL MENSAIS

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O prédio-hangar da Transbrasil no JK: operação 24h de aviões e tráfego de caminhões-tanque a poucos metros das futuras instalações de 1.200 funcionários: perigo constante para os servidores e passageiros Um assalto aos cofres públicos. A despeito da revelação da Coluna (VEJA ABAIXO) de que a Infraero, mesmo enfraquecida de receita, vai deixar sede própria para alugar por R$ 528 mil por mês o prédio da Transbrasil no Aeroporto JK, os diretores avançam tratativas com a Inframérica, o consórcio que administra o terminal em Brasília. Os diretores da estatal esnobam documento da própria empresa que alerta para perigo de instalar funcionários em área de abastecimento de aeronaves. Trata-se do pátio onde há embarque remoto. Os aviões ficam na frente do hangar da Transbrasil, a poucos metros onde a Infraero quer instalar 1.200 funcionários ano que vem. Além de abusar da verba pública com aluguel desnecessário, a Infraero desdenha do relatório de especialistas: há ...

JUSTIÇA FORÇA GE A RESSARCIR R$ 400 MILHÕES PARA TRANSBRASIL

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Edison Engineering Development Program (Photo credit: Wikipedia ) A batalha entre a General Electric (GE) e a Transbrasil, que se arrasta nas diversas instâncias judiciais brasileiras há mais de uma década, parece chegar a seus capítulos finais. Condenada no fim de junho a ressarcir a Transbrasil em cerca de R$ 400 milhões pela cobrança indevida de notas promissórias quitadas, a GE, que não realizou o pagamento, recebeu uma nova advertência do Tribunal de Justiça de São Paulo no início de agosto, informando que a multinacional está sujeita a multa sobre esse valor, caso insista na inadimplência. Além dessa multa prevista judicialmente, a defesa da Transbrasil também poderá recorrer ao pedido de penhora de bens da GE e de suas parceiras para garantir o pagamento — que permitiria o repasse para quitação de parte das dívidas da Transbrasil. A decisão, contudo, transcende a simples obrigatoriedade do pagamento por parte da GE, abrindo também possibil...

TRAGÉDIA COM AVIÃO DA TRANSBRASIL EM FLORIANÓPOLIS COMPLETA 30 ANOS

Comente Comentários A tragédia que envolveu o vôo 303 da Transbrasil, no Norte da Ilha de Santa Catarina, completa 30 anos nesta segunda-feira. As marcas do acidente que tirou a vida de 55 pessoas ainda estão no alto do Morro da Virgínia, no bairro Ratones. Há pedaços do avião, ferros retorcidos, partes de fibras e até uma escova de dentes queimada.  Em meio à rocha e à mata fechada, uma cruz em homenagem aos mortos. No ponto da explosão, o chão continua escuro pelo fogo. Ali, o verde insistiu em não crescer, guardando uma lembrança das mais tristes para Santa Catarina. Foi no dia 12 de abril de 1980. A comunidade do Norte da Ilha não esquece o sábado chuvoso e o horror daquela noite.  fonte/ClicRBS

VENDA DE AVIÃO É CONTESTADA NA JUSTIÇA

A decolagem de um turboélice Brasília prefixo PP-ISB no último dia 7, pertencente à massa falida da Transbrasil, intrigou o setor aéreo e credores da companhia, que faliu em julho de 2001 com uma dívida de R$ 1,8 bilhão. Esses credores alegam que a aeronave, que estava parada há nove anos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, foi negociada à revelia da massa falida. O avião, fabricado pela Embraer, estava estacionado próximo ao hangar da Target, empresa de táxi aéreo que pertencia ao ex-presidente da Transbrasil, Antonio Celso Cipriani. O advogado da Transbrasil, Cristiano Zanin Martins, do escritório Teixeira, Martins & Advogados, afirma que a aeronave, leiloada pela Justiça do Trabalho de São Paulo, não poderia ter decolado. "A venda foi irregular. Só o juízo falimentar poderia leiloar o bem. Vamos pedir no processo falimentar que o negócio seja desfeito", diz. Segundo ele, o síndico da massa falida, Alfredo Luiz Kugelmas, estava ciente do leilão, mas não...

STJ DECIDIRÁ SE MANTÉM OU REFORMA DECISÃO QUE DECRETOUFALÊNCIA DA TRANSBRASIL

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidirá, dentro de duas semanas, se mantém ou reforma a decisão da segunda instância da Justiça paulista que decretou a falência da Transbrasil. Um pedido de vista interrompeu nesta terça-feira o julgamento dos recursos em que a companhia, o Sindicato Nacional dos Aeronautas e a Fundação Transbrasil pedem a anulação da decisão relativa à quebra. O pedido de vista foi feito pelo desembargador convocado Vasco Della Giustina, que informou que levará quinze dias para apreciar os recursos e levá-los novamente à Terceira Turma do STJ para continuação do julgamento. Até agora, dois ministros já manifestaram seu posicionamento sobre os pedidos: a relatora dos recursos, ministra Nancy Andrighi, e o ministro Massami Uyeda. Os votos de ambos são divergentes. A relatora votou pelo não conhecimento dos recursos. O ministro Uyeda votou pelo provimento parcial deles. Se prevalecer o entendimento da primeira, o STJ não chegará a apreciar o mérito da decisão do Tri...