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PILOTO DE CAÇA QUE QUEBROU VIDROS DO STF NÃO É PUNIDO, DIZ AERONÁUTICA

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(Photo credit: Wikipedia ) O piloto do caça da Aeronáutica que fez o rasante sobre o Planalto em 1º de julho, provocando a quebra de vidros do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), não foi punido pelo ato e já retornou ao trabalho, segundo a FAB. O fato ocorreu após a passagem de dois Mirage F-200 sobre a Praça dos Três Poderes durante comemorações para a troca da bandeira. Segundo o STF, a manobra do avião da FAB quebrou 65 vidraças de grande porte e mais dezenas de vidros pequenos. Outros prédios próximos também tiveram vidros estilhaçados. A Aeronáutica pagou a troca das vidraças. O piloto foi submetido a um conselho operacional, formado por militares, para investigar o ocorrido. Esta apuração concluiu que ele agiu de forma imprudente, “deixando a velocidade aumentar para 1.100 km/h, o que gerou uma onda de choque que quebrou vidraças de órgãos públicos e residências”, informou em nota a Aeronáutica nesta sexta-feira (24). Segundo a FAB, “ele recebeu orien...

AERONÁUTICA INVESTIGA VOO RASANTE DE CÇAS QUE ESTILHAÇOU VIDROS DE 40 JANELAS DO STF

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O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou em nota que iniciou a apuração das causas da quebra das vidraças do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) depois do voos caças da Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo a Aeronáutica, no momento da passagem da aeronave houve uma "onda de choque". As aeronaves faziam demonstrações durante a troca da Bandeira Nacional, na manhã deste domingo. O prédio do STF teve cerca de 40 janelas quebradas (17 só na parte da frente), quando o caça passou sobre o prédio, foi ouvido um estrondo. O outro mirage fez voo no sentido da Esplanada dos Ministérios. Na tarde deste domingo, brigadistas que trabalham na sede do STF faziam a retirada de restos dos vidros das janelas que quebraram. O prédio está isolado, mas como o STF está em recesso e, neste período, não ocorrem as visitas rotineiras do público ao Supremo. fonte/ZeroHora