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AVIÕES ABANDONADOS OCUPAM ESPAÇO E CAUSAM PREJUÍZOS AO SETOR AÉREO

Os sinais do tempo são evidentes. Lá estão aviões que viraram sucata. A maioria, de grande porte. O avião há mais tempo parado no Aeroporto Internacional de Manaus é um modelo DC-8 que transportava somente cargas. Peças dele, inclusive, já estão desmontadas no chão. Uma fazia parte da turbina desta aeronave que deixou de voar em maio de 2004 para apenas ocupar espaço. São aviões de empresas diferentes. A maior parte, por motivos financeiros, teve que suspender as operações de vôo. Praticamente todas as aeronaves fazem parte de processos judiciais. "Essas aeronaves paradas, sucateadas dentro do aeroporto representam um grande prejuízo  porque normalmente ocupam áreas nobres que poderiam estar sendo destinadas à expansão dos aeroportos, como também ocupam, por exemplo, espaços e estacionamentos de aeronaves que poderiam ser destinadas a aeronaves em operação", diz Aldeci Lima, superintendente do Aeroporto Internacional de Manaus. ...

REGRAS PARA VIAGEM DE CRIANÇAS EM VOOS INTERNACIONAIS AINDA SÃO DESCONHECIDAS PELOS PAIS

Uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de abril de 2009, modificou as regras para autorização de viagens para crianças em voos internacionais. A medida prevê a elaboração de uma autorização com foto recente da criança e a autenticação desse documento em cartório pelo pai, mãe e/ou responsável legal. A autorização é necessária nos casos em que a criança viaje sozinha ou desacompanhada de um dos pais. De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Notários e Registradores (Anoreg), Alan Guerra, a medida visa melhorar a segurança dos voos às crianças desacompanhadas. “A resolução 74 age em favor da segurança da criança e do adolescente, já que o pai, mãe ou responsável, além de redigir o documento, precisa, ele mesmo - e não mais terceiros, como antigamente - se dirigir ao cartório e autenticar”, afirma o presidente da associação. Muitos pais, entretanto, criticam a pouca divulgação dessas medidas. “Esse tipo de informação não é acessível. Ficamos sabendo no c...