TÁXIS AMAZÔNICOSS, AVIÕES ENFRENTAM FALTA DE ESTRUTURA E CLIMA
Apesar dos esforços e investimentos de mais de R$ 1,4 bilhões para a instalação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), uma complexa rede de radares, satélites e equipamentos de vigilância, controle e comunicação, voar na Amazônia - um lugar onde as grandes distâncias tornam o transporte aéreo um meio mais comum de locomoção que no restante do País - ainda é complicado e perigoso. Pilotos dizem que o sistema funciona, mas ainda existem pontos cegos, onde não há comunicação. Entretanto, para eles, os maiores perigos são a falta de estrutura dos aeroportos da região. Nos primeiros nove anos da década passada, foram registrados 71 acidentes no Norte do País, sendo que mais 83% envolviam táxis aéreos e aviação geral (agrícolas, policiais, e particulares). Mais recentemente tiveram grande repercussão nacional a explosão de uma aeronave em maio de 2010, que matou seis pessoas, entre elas a secretária de educação do Estado do Amazonas , Cintia Régia Gomes do Livramento,...