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TÁXIS AMAZÔNICOSS, AVIÕES ENFRENTAM FALTA DE ESTRUTURA E CLIMA

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Apesar dos esforços e investimentos de mais de R$ 1,4 bilhões para a instalação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), uma complexa rede de radares, satélites e equipamentos de vigilância, controle e comunicação, voar na Amazônia - um lugar onde as grandes distâncias tornam o transporte aéreo um meio mais comum de locomoção que no restante do País - ainda é complicado e perigoso. Pilotos dizem que o sistema funciona, mas ainda existem pontos cegos, onde não há comunicação. Entretanto, para eles, os maiores perigos são a falta de estrutura dos aeroportos da região. Nos primeiros nove anos da década passada, foram registrados 71 acidentes no Norte do País, sendo que mais 83% envolviam táxis aéreos e aviação geral (agrícolas, policiais, e particulares). Mais recentemente tiveram grande repercussão nacional a explosão de uma aeronave em maio de 2010, que matou seis pessoas, entre elas a secretária de educação do Estado do Amazonas , Cintia Régia Gomes do Livramento,...

GRIPEN SERIA O ÚNICO CAÇA TOTALMENTE COMPATÍVEL COM O SIVAN

Segundo a imprensa, o relatório da FAB sobre a compra de caças teria sido entregue a ministro Jobim sem uma indicação de preferência e afirmando que o Rafale e o F-18 seriam superiores ao Gripen. Mesmo assim, a opção da FAB seria pelo avião sueco por uma séria de razões: custo de aquisição, custo de manutenção, desenvolvimento comum de tecnologia e, sobretudo, pelo fato de que o sistema de comunicação do avião - o Datalink - é considerado o melhor do mundo. O Datalink é capaz de dialogar com os aviões do Sivam e com os sistemas de proteção aérea por meio criptografado e sem voz. O SIVAM é um sistema de radares que cobre toda a região amazônica e se baseia em aviões da Embraer e em radares suecos da Ericsson. Na prática, significa que um Gripen pode receber ordem de interceptar um avião e abatê-lo sem que seja necessário trocar uma palavra com o piloto. Toda a comunicação é feita criptografada e por transmissão digital. Pelo fato de o sistema de radares do Sivam serem suecos, ...

COMO A CIA GARANTIU À RAYTHEON VITÓRIA SOBRE A THOMSOM NA VENDA DE RADARES PARA O SIVAN

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Como a CIA usou rede de satélites, grampeou o Planalto e garantiu à Raytheon vitória sobre a Thomson na venda de radares para a Amazônia . O Brasil foi o alvo de uma operação conjunta dos serviços secretos dos Estados Unidos exclusivamente voltada para a espionagem econômica. A CIA e a NSA, agência nacional de segurança dos EUA, grampearam as comunicações do Palácio do Planalto, onde trabalham o presidente da República e assessores, além dos escritórios do grupo francês Thomson, no Rio de Janeiro e em Paris, durante a concorrência do governo brasileiro para a compra do conjunto de radares do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). A licitação correu no período dos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, entre 1994 e 1995. Os serviços secretos americanos usaram a rede de satélites militares dedicada à interceptação de comunicações por telefone, fax e correio eletrônico. Depois de meses de vigilância clandestina sobre a licitação de US$ 1,3 bilhão do Sivam...