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COMO ERA VOAR NA PRIMEIRA CLASSE

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Um conjunto de fotos publicitárias da Japan Airlines tiradas em 1954 dentro de um Douglas DC-6 mostra em detalhes a rota trans-Pacífico somente com a primeira classe (!) da ainda jovem empresa.  Você pode perceber que ninguém precisou tirar os calçados, ninguém apalpou partes dos passageiros e nenhum tubo de pasta de dente precisou ser colocado em uma sacola plástica transparente antes do embarque. Estas fotos, de um mundo de gravatas, cigarros, quimonos, drinques, pratos de sushi, beliches e pijamas de seda foram encontradas pelo fotógrafo residente em Okinawa Rob Oechsle , que escaneou e retocou as revelações originais. Aproveite! Quem sabe com um Martini e um cigarro.   fonte/foto/Jalopinick

JAPAN AIRLINES E AMERICAN AIRLINES ANUNCIAM ROTAS CONJUNTAS

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Executivos da Japan Airlines e American Airlines comemoram acordo Foto: AFP A Japan Airlines e a American Airlines anunciaram nesta terça-feira no Japão parceria para voos entre a América do Norte e Ásia.  Entre as rotas já definidas estão de Narita (aeroporto de Tóquio) para Nova York, Chicago e Los Angeles.Os voos em conjunto começam a ser operados em abril.   fonte/AFP/Terra     Related articles Japan, American Airlines alliance being boosted (sfgate.com) Japan, American Airlines alliance being boosted (seattletimes.nwsource.com) Japan, American Airlines Alliance Being Boosted (abcnews.go.com) Japan Airlines and American Airlines Announce Joint Business Benefits for Trans-Pacific Consumers (prnewswire.com) American, JAL Announce Alliance (online.wsj.com)

JAL É CONDENADA POR IMPEDIR EMBARQUE DE PASSAGEIROS PARA OS ESTADOS UNIDOS

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Image via Wikipedia A Japan Airlines está obrigada a indenizar um passageiro no valor correspondente a US$ 3.000, por danos morais, acrescido de R$ 2.000, por danos materiais. A punição foi aplicada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A empresa aérea é acusada de impedir o embarque num voo que saiu do aeroporto de Cumbica, em  Guarulhos , com destino a Nova York. A alegação da companhia foi a de que o cliente estava com visto irregular e passaporte falso. Por não concordar com a condenação, a empresa entrou com recurso. A Japan Airlines pediu a modificação da decisão. A defesa argumenta que sua cliente não fez o passageiro passar por situação vexatória como é alegado por ele e que não há provas para sustentar sua condenação por danos morais e materiais. O TJ paulista entendeu que houve dano moral. Para a turma julgadora, que reformou sentença de primeiro grau, o passaporte não era falso e a empresa aérea colocou em dúvida a validade do documento. O relator do rec...